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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

A CULPA FOI DO MACACO

 

Consta que uma comissão especializada em processos eleitorais contratada pelo movimento de esquerda GF (gato fanático) chegou à conclusão que a culpa das pessegadas havidas nas eleições presidenciais foi de um simpático orangotango, nascido há dois anos no jardim zoológico.

A conclusão baseia-se no facto de não haver, ao nível dos humanos, qualquer sombra de culpados, isto segundo a comissão de inquérito nomeada pelo governo.

 

Há trinta e tal anos, criou-se um sistema técnico eleitoral que foi funcionando a contento.

Vai daí, as autoridades socialistas, em frenética ânsia de modernizar, de exercitar novas tecnologias, de épater le bourgeois, criaram novos instrumentos para “agilizar” o processo, tipo simplex ou coisa que o valha. A nobre e profilática atitude do governo provocou, como é do conhecimento geral, a maior bagunça eleitoral ocorrida durante a III República. Não há um só número dos resultados eleitorais que mereça 85% que seja de confiança. Mas o processo foi validado. Para a frente é que é o caminho.

 

Houve uns rapazes que quiseram politizar a questão. Que ideia! Parece que são parvos! Então não sabem que a culpa nunca é do governo?

Houve uns funcionários do ministério que tiveram um ataque de seriedade e se demitiram.

Houve uma secretária de Estado, de cuja existência, até há dias, ninguém tinha conhecimento, que veio dizer que os tipos que se demitiram são uns aldrabões.

Os tipos replicaram que aldrabona era ela.

Metido na peixeirada, o ministro meteu-se atrás da secretária de Estado (salvo seja!) e tratou de se esconder bem escondidinho. Coitado, não tinha nada a ver com o assunto! E lá foi dizê-lo aos deputados, os quais, maioritariamente, não aceitaram as explicações. Mas isso não interessa.

O primeiro-ministro, um galaró de terceira, apressou-se a reiterar a sua inabalável confiança no irrefutável ministro. Quanto mais asneiras o homem fizer (são tantas…), mais confiança merece e mais perto fica do seus pares e do seu chefe.

 

Atentos os autos, verifica-se que a única conclusão minimamente credível é a dos fanáticos: a culpa foi do macaco.

Parabéns aos inquiridores.

 

13.2.11

 

António Borges de Carvalho

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