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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

A REPÚBLICA DOS TANSOS

Como é do conhecimento universal, todos os números do “painel” socialista que elaborou o “estudo macroeconómico” que serviu de base à campanha do PS estão há muito no caixote do lixo.

Ao programa eleitoral subsequente aconteceu o mesmo.

O programa do chamado governo que se lhe seguiu teve semelhante sina.

O consequente orçamento causou enorme galhofa, cá e em Bruxelas. Para variar, foi reciclado.

Hoje, estamos perante o novo PEC, ou coisa que o valha. De se lhe tirar o chapéu.

Ouvindo o inacreditável Centeno e o banhadacobra Costa, bem com as habituais e elogiosas manifestações de aprovatória afectividade vindas de Belém, parece que voltámos aos ominosos tempos do Pinto de Sousa. Parece? Não. Voltámos mesmo 5 anos atrás.

Os trombones ribombam como ele ribombava ao anunciar o memorando da troica. Dizem tudo menos do que vai suceder. Só rosas. Nem mais impostos, directos ou indirectos, nem mais austeridade, nem medidas extraordinárias, nada, só mais dinheiro para todos, tudo azul. A economia não cresce ou, na melhor das hipóteses – a deles – cresce menos trinta por cento do que há dois meses anunciavam. Estranhamente, o défice - que só desceria, diziam, se a economia crescesse - desce na mesma. É a lógica da batata, não tem ponta por onde se lhe pegue. O crescimento, que era indispensável para a redução da dívida, já não é indispensável, tendo os autores da trapalhada concluído que a dívida, mesmo sem crescimento, desce na mesma. Os 600 milhões que o governo anterior dizia ser preciso encontrar e que levaram à crucificação pública de Maria Luís e de Passos Coelho, passaram a 1.000 para já, mais 1.400 daqui a um ano. E muito mais, que a trafulhice está a dar.


Para já, não se preocupem. O grande buraco já desponta, mas ainda não se sabe quanto tempo levará até cairmos nele.

Entretanto, dizem abalizados analistas, estamos a entrar numa nova República, não a das bananas, mas a dos tansos, dos néscios, dos tontos, dos patetas e dos simplórios.

O que vale é que é tudo muito afectuoso.

 

22.4.16

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