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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

PERSPECTIVAS DE FUTURO

 

Há quem ande para aí a dizer que vem aí outra vez o PREC. Não vem. Por várias e simples razões: já não há “capitães” a querer fugir da guerra ou a ser atropelados por milicianos; já não há milhões a sonhar com uma liberdade que, contentes ou desiludidos, lá vão tendo; já não há isolamento internacional. Por outras palavras, não há novo PREC porque não há ambiente para outro PREC.

Mas há sinais. Um governo de que, por exemplo, fazem parte pelo menos dois comprovados inimigos da liberdade de expressão, onde preponderam praticamente todos os pesos pesados do socratismo – o primeiro ministro e mais nove , onde uma distinta amiga e admiradora do ex-procurador, cara metade de um esquerdíssimo senhor, é ministra da justiça, não augura nada de bom no que ao “PREquismo” diz respeito.

Há por aí sinais do regresso, com outras vestes e por várias formas, do lápis azul, tão negregado pelos que o querem de volta quando usado por outrem. Com grande satisfação do governo, a CGTP (braço do PC para a bagunça) volta à rua, com as mais estúpidas e “PREquistas” exigências. No Parlamento, sem governo em funções, os amigos do PSC desatam legislar sem mais nem ontem, certamente inspirados numa espécie de “assembleia do MFA” corporizada pelas tontas do BE e pelo Jerónimo. A obrigatoriedade dos contratos colectivos, aí está mais uma “PREquíssima” conquista a voltar à baila.

São alguns dos sinais do regresso do “prequismo”. Outros virão.

A seguir ao 25 de Abril, floresceu uma instituição com grande valia e aplicabilidade: a “passagem administrativa”, inteligente sistema universitário que forneceu canudos a granel, com eficácia e baixo custo. Foi uma das muitas formas encontradas para desconjuntar o Estado – não o Estado Novo, o Estado tout court. Agora, com a abolição dos exames, até ver ainda tímida, entra-se numa senda paralela. As tontas não deixarão o assunto por aqui, posso garantir. Os chamados professores deixam de ser avaliados – por lei do Parlamento, antes que algum dos que andam por aí em gestão se lembre de discordar – e passarão a funcionários públicos em full, até que, no limite, haja um professor por aluno, tudo minha gente pago, com diuturnidades, promoções automáticas (“progressão na carreira”) e mais o que a CGTP determinar.

Entretanto, sem que, sequer, o programa do governo tenha sido aprovado, as tontas avançam como leoas no programa dos “direitos sociais”: abortos pagos à “vontadex”, casamentos, adopções e outras medidas, coisas a que, felizmente, a sociedade dará adequada resposta, (virá aí o incesto legal – porque não?), um nunca acabar de “progresso”. Nunca se sabe onde chegará a imaginação da tontice minoritária das raparigas, mesmo que até o Jerónimo torça o nariz.

É o PREC, versão século XXI. Três minorias que farão, por definição, a vontade da que for mais activa. Sempre foi assim, em todas as ditaduras: imposição das escolhas da minoria dominante em nome do “povo” e do “progresso”.

Se o que está no poder não é uma ditadura, ou caminha para lá, ou cai. Escolha você.

 

2.12.15

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