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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

VERDADES TIPO SÓCRATES

A segunda edição da governação inspirada por Sócrates, ora agravada sob o comando do Arménio, do Nogueira, do Jerónimo e da Catarina, pratica o mesmo tipo de contra-informação daquele.

Duas “verdades” estão na berra desde há uns dias.

A primeira, a fazer inveja aos Maduros e aos Kims, tem a ver com a habitual fabricação do inimigo externo, desta vez o senhor Schäuble, dito Choubel pelos pivôs e adjacentes. Diz-nos ela que o referido senhor atacou Portugal ao defender que lhe deviam ser aplicadas sanções pela ultrapassagem do défice. O que o senhor disse foi que não achava bem que a Comissão esperasse pelas eleições espanholas para tomar decisões, fossem elas quais fossem, isto sem se pronunciar sobre as sua preferências pessoais, se é que as tem. Até o senhor Tavares (aquele que pôs os paus ao Louçã), num assomo de amor à verdade, já a veio repor por escrito. Mas a máquina do chamado governo, ontem reforçada na SIC pelo “independente” Marçal Grilo, continua a tecer os mais zangados comentários sobre as (falsas) posições do “inimigo”.

A segunda diz respeito ao “facto” de tais sanções, a existir, se deverem ao défice de 2015. Parece estranho: em Bruxelas há duas opiniões, a do ECOFIN (défice de 3%) e a da Comissão que, sob a batuta do socialista Moscovitch, opta pelos 3,2%. Nem uma nem outra se referem ao problema do Banif, desastradamente “resolvido” em 2016 pelo chamado governo, vulgo geringonça - só esta vai assobiando para o ar no que respeita a esta como a outras aneiras que comete. Ora se, formalmente, os tais hipotéticos 3,2% poderiam justificar sanções, substancialmente o que preocupa os putativos adeptos delas é o desgraçado caminho em que o chamado governo colocou o país, invertendo (em 6 meses!) TODOS os indicadores que apontavam para a recuperação da economia, do emprego, das contas externas, do défice, da dívida, e por aí fora, num nunca acabar de factos propriamente ditos. É esta a razão que levará muitos “inimigos” a advogar sanções: dar uma lição, ou um aviso, à geringonça.

Posto isto, não acredito que venha a haver sanções. Uma questão de “fé”? Talvez. Mas uma fé partilhada por muita gente com dois dedos de testa e sem amor ao chamado governo.

A ameaça tem sido, nos últimos dias, a menina dos olhos do socialismo nacional. É preciso empolar a existência do “inimigo”, para transformar uma pequena eventualidade - pequena enquanto tal e pequena nos seus imaginados efeitos - numa questão de lesa-Pátria. É preciso manter a malta distraída quanto ao essencial. Um disfarce, uma cortina de fumo para a criação da qual vale tudo, até fabricar as mentiras que for preciso.

Se não houver sanções, teremos uma estrondosa vitória da geringonça. Se houver, então são os inimigos da Nação que, acastelados na “Europa”, conspiram miseravelmente contra o nosso jardim.

Espertalhão, mas sujíssimo.

 

3.6.16  

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