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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

INFORMAÇÃO PROLETÁRIA

 

Duas pequenas observações sobre a manifestação da CGTP levada à rua no Sábado, com os cabecilhas do costume e os políticos de serviço à nobre causa da luta de classes ou coisa parecida, seguidos de numerosa cavalgada.

 

1. Os jornais, em gigantescas parangonas, anunciavam que, do Marquês aos Restauradores, tinham desfilado 100.000 pessoas.

Num desses jornais, um discreto cantinho, certamente sonegado ao controleiro de serviço, rezava que o professor Não-Sei-Quantos, da Universidade de Princeton, ou equivalente, especialista em contagem de multidões, se deslocara aos locais do desfile com um grupo de alunos. Feitas as contas pelo dito senhor e seus discípulos, a conclusão foi a seguinte: na gigantesca manifestação tinham participado cerca de 10.000 pessoas.

A Polícia, certamente para não acicatar a justa fúria dos cabecilhas e da organização, recusou adiantar qualquer estimativa.

 

Aqui temos um notável exemplo da “honestidade” com que o assunto foi tratado, quer pelos protestadores quer pela chamada “comunicação social”, ou desinformação social, como preferirem.

 

2. A segunda observação diz respeito aos argumentos do caudilho das massas Carvalho da Silva, o qual, sendo certo que habitualmente evita usar termos conotados com a cartilha bolchevista, desta vez deixou escapar um sinal dos “princípios” que, lá bem no fundo, o animam. Disse ele que esta manifestação era “contra uma certa burguesia”.

 

Gato escondido com o rabo de fora.

Para a próxima escorregadela, se o Comité Central, entretanto, lhe não puxar as orelhas, o grande educador dirá “burguesia” em vez de “uma certa burguesia”. E, se os ventos correrem de feição, passará a falar na “ditadura do proletariado”, na “justa revolta das massas” e na “gloriosa revolução socialista”. Não se sabe, neste momento, onde é que ele irá buscar o proletariado. Mas, a continuar o consulado do senhor Pinto de Sousa, já estivemos mais longe de o ressuscitar. Nessa altura, a conversa dos “amanhãs que cantam” voltará à baila.

 

9.11.10

 

António Borges de Carvalho

SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE

 

Ao ler o Expresso de ontem, saltou-me à vista esta informação:

A escolha (do novo Chefe da Armada) é vista como uma solução de continuidade.

Fui à procura, cheio de inquietação. Então o novo chefe ia dar cabo da obra do seu antecessor, entrando por caminhos contraditórios?

Não. O que o plumitivo queria dizer era que a nomeação do novo CEMA era uma solução que dava continuidade ao trabalho do anterior. Exactamente o contrário do que a primeira página do Expresso dizia.

Ignorância da língua? Consequências do acordo ortográfico? Da TLEBS? Do “ensino”? Nova filologia “expressiva”?

 

À consideração de quem ler.

 

7.11.10

 

António Borges de Carvalho

NAS MALHAS DA INFELICIDADE

O infeliz – não tenho pena nenhuma – candidato Alegre, já não tem palavreado que chegue, seja para condenar o rival, seja para convencer os seus camaradas a perder tempo a apoiá-lo.

A sua candidatura exige da outra “um mínimo de decência”. Brutal, não é? Cavaco é um indecentão. Como filosofia política, aí temos do melhor.

Indecente porquê? Porque nomeou, calcule-se, o Dr. Catroga para angariador de fundos. Então o alegrismo não percebe que, quando o maior angariador de fundos do país (honra lhe seja), o Dr. Nobre, nem para a renda da casa os arranja, havia Cavaco de ir buscar algum patarata?

A ausência de imaginação do infeliz Alegre é tal que acha um escândalo que o actual ocupante do Palácio Real de Belém tenha ido a uma sessão de propaganda no seu carro pessoal. É claro que, se o homem lá tivesse ido no carro do Estado, não deixaria o infeliz Alegre de lançar o seu poderoso anátema contra tal coisa. Assim: “o PR utiliza (na campanha) as suas funções institucionais”.

Mais. O infeliz estrondeia por aí sobre a criminosa atitude de o Dr. Catroga ter sido recebido no Palácio Real ocupado. Na opinião do infeliz, o PR devia ter-se metido no seu carro pessoal e ido encontrar-se com o outro no Martinho da Arcada.

Tanto disparate, tanto desnorte, chega a ser demais. Escanchado entre o PS e o BE, o infeliz não sabe o que há-de fazer. Diz disparates, em vez das habituais inanidades.

No cúmulo do patético, o infeliz queixa-se de não ter atrás de si, nas feiras e romarias, altos dirigentes do PS e do governo.

O homem não percebeu ainda que, para evitar a sua chegada ao poleiro, a malta vai votar no Cavaco nem que, como vez Cunhal com Soares, vote a fazer figas com os dedos da mão esquerda – ou da direita, no caso dos canhotos.

 

Isto de querer ser presidente não é como andar a dançar a conga com umas gordas, lá para Coimbra, a protestar contra a co-incinaração!

 

Mas não há nada a fazer. O infeliz não percebe.

 

7.11.10

 

António Borges de Carvalho

LÂMPADAS PARA O POVO!

Uma notícia de jornal veio confirmar uma coisa que o IRRITADO já sabia há muito: as novas lâmpadas, que somos obrigados a usar da forma mais ditatorial que imaginar se possa, isto é, retirando as antigas do mercado, são uma inesgotável fonte de poluição, e da mais perigosa. Contaminam os solos com metais pesados e vão-nos custar uma fortuna em limpezas e reciclagens, para além da chatice de termos que nos livrar delas em condições “especiais”, como acontece com as pilhas e outros produtos do dia-a-dia.

Quer dizer, para além de deixarmos de ter o direito de nos iluminar decentemente e de sermos obrigados a dar cabo dos olhos em ambientes de câmara mortuária, ainda passamos a ser canalhas envenenadores do ambiente se não nos dermos ao trabalho de tomar as medidas necessárias à destruição desta nova maravilha da tecnologia.

A fechar esta irritação, é preciso acrescentar que as lâmpadas de incandescência são mais baratas (diz propaganda que duram menos), dão luz da boa, não fazem mal a ninguém, e podem ser descarregadas no lixo comum!

 

Bonito!

 

7.11.10

 

António Borges de Carvalho

ACTIVIDADES SOCIO-CIRCENSES

 

A gloriosa câmara socialista da capital anda a dar cabo de uma coisa chamada “Parque dos Artistas de Circo”, local onde viviam, nas suas Roulotes, inúmeros especialistas da arte circense.

Parece que a coisa foi mais ou menos equiparada a um bairro clandestino de barracas e, por isso, submetida às carícias do camartelo municipal.

Haveria várias soluções para este problema. A mais humana partiria do facto de estas pessoas, vivendo a maior parte da sua vida de forma nómada e em acampamentos, teriam o direito a fazê-lo até morrer, se assim o entendessem e mesmo que já estivessem fora de actividade. Nesta hipótese, o que o município, como faz com os parques de campismo – coisa com que o IRRITADO não simpatiza – devia fazer era proporcionar a tal comunidade as condições básicas de instalação (terreno), higiene, energia, jardinagem, limpeza e outros elementos para uma vida decente.

 

Mas não. A solução municipal foi a de acabar com aquilo à cacetada, isto é, correndo com as pessoas para um bairro social, quer queiram quer não. Acresce que, de forma altamente “humanizada” a edilidade costo-roseto-frenandesca decidiu indemnizar as que recusassem tal extraordinária benesse! Até ontem, já lá iam 600 mil euros de indemnizações.

 

O resultado desta política social, como é evidente, vai ser que os indemnizados vão levar as carripanas para outro sítio qualquer e continuar a sua vidinha como gostam, ainda por cima gastando uns largos milhares dos nossos euros, o que não deixará de lhes dar algum conforto.

 

Porque é que há cidadãos a quem é dado, por mera recreação própria, o direito de viver em bem montados e caros parques de campismo, como acontece em Lisboa e em muitos outros sítios, e há outros a quem, não por razões lúdicas mas civilizacionais, tal direito é negado?

 

Eu explico. É o Estado Social, seus burros!   

 

7.11.10

 

António Borges de Carvalho

NOTAS AVULSAS

 

SEGURANÇA NACIONAL

 

Aqui há dias, o IRRITADO comentou o anúncio, feito pelas nossas inteligentes autoridades, do controle de fronteiras a ser reposto a partir de 15 de Novembro, por causa da cimeira da NATO. Disse o IRRITADO que se tratava de uma preciosa informação para terroristas e congéneres tratarem da vidinha, isto é, apresentar-se ao serviço antes que as fronteiras estivessem vigiadas.

Modéstia aparte, o IRRITADO tinha carradas de razão.

A prová-lo, andam polícias e autoridades várias, mais um senhor de idade que manda num observatório, não de estrelas mas de canalhas, a avisar o povo que já entrou no nosso território um sem número deles, dispostos às mais violentas manifestações de incurável estupidez.

Estão a ver? Não era de caras que esta malta, avisada sobre as intenções da nossa “segurança”, assinaria o ponto antes que as fronteiras “ressuscitassem”?

Parece que, afinal, a estupidez não é só apanágio dos terroristas/anarquistas/pêcês e quejandos…

 

 

AÍ VEM ELE! AÍ VÃO ELES!

 

O senhor Pinto de Sousa garantiu que não vai haver intervenção do FMI em Portugal.

Na mesma ocasião, o mesmo senhor jurou que ninguém iria ser despedido.

 

Ficamos assim a saber que o FMI está a caminho e que uma data de malta vai ser posta na rua. Uns vêem, outros vão.

 

Obrigado por tão sábias informações, senhor primeiro-ministro!

 

  

JUSTA INDIGNAÇÃO

 

O Bloco de Esquerda anda para aí a protestar contra a visita do senhor Hu-qualquer-coisa a Portugal.

Isto de deixar entrar a concorrência não é próprio de um país que se preza!

 

 

 LITERACIA NACIONAL

  

1 - Problemas do cilício

 

A Ordem dos Médicos protesta, impante de indignação, contra a falta de triagem dos médicos que, vindos do Leste, se valem de uma lei qualquer para ser admitidos no exercício da profissão.

Chega ao ponto, diz a organização, de haver uns fulanos que apresentam um documento, com carimbo de bom por cá aposto, “escrito em cilício”.

Não se sabe se os tais fulanos são naturais da Ásia Menor, onde, há séculos se encontrava a Cilícia. Não se sabe se se tratará de masoquistas que se ciliciam e que defendem tal actividade como medida terapêutica. O que se sabe é que a Ordem dos Médicos deve ser ciliciosamente analfabeta.

 

  

2 - Audições

 

 

 

Segundo um jornalista, quiçá licenciado em rebuscadas matérias, o senhor Bob Geldof anda muito aborrecido porque andou a angariar uma massas durante 26 anos e agora a BBC o acusa de as ter malbaratado, ou coisa que o valha.

Segundo o Geldof, diz o nosso jornalista, “o dinheiro angariado tem sido submetido a “audições meticulosas”.

Compreende-se. Tratando-se de música, que é a especialidade do Geldof, até as contas são objecto de “audições”. Pelo menos é a opinião do nosso jornalista, que deve ter aprendido inglês na mesma escola do senhor Pinto de Sousa.

 

 

 3 - Front Populaire 

 

Já este post estava escrito, eis que me salta à vista a citação de um pensamento expresso pelo Prof. Freitas do Amaral, conhecido especialista em transumância política.

Diz ele: Não se impedem golpes com preceitos constitucionais, é com o povo na rua.

Sujeito indeterminado, terceira pessoa do singular. O verbo concorda com o sujeito, não com o complemento directo.

Eu sei que, nos nossos dias, este monumental erro é prática diária em jornais, televisões, rádios, e até há escritores que o cometem mesmo quando os seus livros são revistos por professoras doutoras deste tempo. Mas, que diabo, o Professor Amaral aprendeu estas coisas há muitas décadas! Não tem o direito de pontapear a gramática de forma tão primitiva. 

Por outro lado, a frase, perdoavelmente coxa, tem uma segunda oração que muito deve inquietar os que ainda não deram pela transumância acima referida. O Professor apela ao front populaire para mudar preceitos constitucionais! É sabido que o sono da razão engendra monstros. Mas não o é que tão ilustre personalidade tenha a razão a dormir.

(post editado em 7.11)

 

 

 

 

PATRIOTISMO COMUNISTA

 

O camarada Louça, sempre muito apoiado pela RTP através da sua intolerável directora dona Judite, declarou patrioticamente que, se houver uma moção de censura que possa revelar-se positiva para o PSD, deverá votar contra, a fim de manter o PS no poder. Isto com o argumento de que o PSD pode “fazer mal ao Estado”.

Donde se provaria, se ainda fosse preciso, que esta gente não tem qualquer interesse em defender os portugueses, mas em defender um Estado quanto mais total melhor.

 

 

CONTRATAÇÕES ACADÉMICAS

 

Segundo o chefe dos reitores das universidades do Estado, estas continuam, ao abrigo de diversas disposições legais, a contratar pessoal, ao contrário do que se julgaria, dada a vigente austeridade. Acrescenta o mesmo senhor que não há problema, porque as universidades só estão a contratar “caso a caso”.

Ficamos assim a saber que, em tempos mais folgados, as universidades do Estado contratam pessoas aos magotes.

 

 

MAIS SEGURANÇA

 

Sempre sempre ao lado do povo, cujos direitos defende, o governo resolveu reiterar, por omissão, uma lei qualquer que autoriza os manifestantes de rua a apresentar-se de cara tapada.

Ou seja, ao mesmo tempo que andam para aí a avisar o pessoal sobre os díscolos que vão fazer os maiores distúrbios de cara tapada, o governo protege o direito de tal gente a fazê-lo. Exemplar!

 

 

RESULTADOS PRÁTICOS DA POLÍTICA MUNICIPAL

 

Como os pinta-paredes passaram a artistas apoiados, protegidos e financiados pela Câmara costo-roseto-fernandesca, a classe achou, e muito bem, que está, oficialmente, no direito de pintar as paredes da Sé, de São Vicente e de outros locais apropriados para dar largas à sua arte e às suas mensagens.

O IRRITADO propõe aos distintos edis de Lisboa que, ao movimento alfacinha dos pinta-paredes seja concedida, em cerimónia protocolar e pública, a medalha de mérito da cidade.

 

 

6.11.10

 

António Borges de Carvalho

PRABENS À DONA GILDA

 

Dona Gilma, mal eleita, já enfiava por um português inovador. Intitulou-se presidenta do Brasil.

 

Compreende-se. Trata-se da escola da Dona Saramaga, que também quer ser presidenta da fundação que, por malfeitoria do Costa, se apoderou da Casa dos Bicos.

Se o inigualável e inexplicável e abominável acordo ortográfico, tão amado pelo Expresso, actualizado pela dona Vilna, fizer escola, aí teremos o Doutor Cavaco presidento da República e o senhor Pinto das Gajas presidento do fêcêpê.

 

Sim, meus amigos, ou há moralidade ou comem todos!

Eu passarei a ser doento do meu médico, a minha mulher pacienta do dela.

 

Tudo ficará no melhor dos mundos.

Dona Telma, consta, nomeará um presidento para o Banco do Brasil, e uma presidenta para a Embraer.

Dona Zelca, diz-se, é muito renitenta e muito obedienta ao Lulo.

 

Que diabo, a língua evolui, progride, moderniza-se!

 

Os ignorantes também têm direito a mandar!

E não é só no Brasil...

 

1.11.10

 

António Borges de Carvalho

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