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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

INTERESSE PÚBLICO


Anulada que foi a permuta do Parque Mayer com os terrenos da Feira Popular, é de fazer, ou repetir, algumas verificações e reflexões.


Verificações

 

 

Há uns dez anos que, tanto o Parque Mayer como o terreno de Entrecampos estão ao abandono, entregues aos ratos, às drogas, à maior das porcarias, uma vergonha urbana sem nome.

Para o Parque Mayer, houve um sem número de projectos, um dos quais interessantíssimo mas posto à margem por razões políticas veiculadas pelos comunistas e pelo PS com o apoio activo dessa desgraça em figura humana que foi o Presidente Sampaio. Aos outros, sem rasgo nem valor, não se sabe o que aconteceu. Sabe-se que ninguém lá fez fosse o que fosse.

Para os terrenos da feira popular, havia volumetrias já determinadas, bem como estudos prévios com pareceres favoráveis. Nada foi feito. Nada.


Reflexões

 

 

A célebre permuta foi objecto de avanços e recuos, politizada à saciedade. Os opositores políticos à câmara da altura, assim como fizeram os impossíveis para impedir a construção do túnel do Marquês, sem sucesso, usaram tudo o que tinham à mão para inviabilizar a permuta. Até que, não se sabe porquê, o PS deu a volta, ou foi convencido, ou teve um rebate de consciência – era demais! – e lá deixou passar a permuta na Assembleia Municipal.


Depois... depois vieram o Costa, o Fernandes, a Roseta, o Salgado, e trataram de dar cabo da história. O IRRITADO não contesta que pudessem ter razões de fundo para virar o bico ao prego. Pelo menos, ganharam o processo, com razão ou sem ela.


Mas o facto aí está. Tudo na mesma, e mais um calvário urbano pela frente, sabe-se lá por quantos anos. É de perguntar qual era o mais importante interesse público. O de deixar seguir o assunto, ainda que com algum prejuízo de curto prazo e sem expressão na despesa, vindo a recuperá-lo em IMI e em receitas do Parque Mayer em meia dúzia de anos, ou o de condenar a cidade ao vergonhoso espectáculo que duas zonas de potencial excelência dão aos munícipes e aos visitantes, a troco de uma espécie de vingança política contra a câmara anterior, ainda por cima tendo, à partida, aprovado tudo?

Mais. À demanda não seria preferível a negociação? Não faltaria matéria para negociar!

Mas o impulso rasca da retaliação política foi mais forte que os interesses da cidade. O prejuízo que lhes foi causado por estes foi, está a ser, muito maior que o alegado mau negócio dos outros, mesmo que aprovado, como foi, noutro mandato, pelos adeptos destes!


Segundo as notícias, parece que a procissão ainda vai no adro. É que o Costa já disse que, se os antigos (novos agora) proprietários do Parque Mayer não fizerem as obras que a câmara mandar, segundo os seus desejos e planos – uma desgraça! -, passará à fase seguinte, ou seja, à expropriação!

Que se saiba, uma expropriação ou é para utilidade pública ou é ilegal. O que quer dizer que o Costa se prepara para transformar o Parque Mayer numa estrutura pública, por conseguinte sem fins lucrativos.

É a loucura do socialismo autárquico levada aos píncaros. É o interesse da cidade levado à fossa.


Uma última observação, destinada aos que, neste momento, estão a acusar o IRRITADO de estar a proteger um pato-bravo lá das berças, um tipo horrível, que até quis corromper o impoluto Fernandes. Não é verdade. Esse acabou por ser condenado e o Fernandes elogiado pelas suas manobras pidescas. O assunto está arquivado.


Quanto à defesa do interesse público e autárquico, estamos conversados. Foi rigorosamente ignorado em toda esta miserável saga.


5.4.12


António Borges de Carvalho

ÉTICA MODERNA


Uma coisa que dá pelo pomposo nome de Comissão de Ética, ou coisa que o valha, regurgitou o seu douto parecer sobre as barrigas de aluguer e a sua influência na felicidade das gentes, sobretudo na dos deficientes sexuais.

Em relação às pessoas em geral, a tal procriação é recomendada, da seguinte forma: um casal propriamente dito, incapaz de procriar, manda fazer, a partir dos seus produtos biológicos, no laboratório, um zigoto, o qual é introduzido por um especialista nas entranhas de uma mulher com a qual o casal estabeleceu um contrato. Tal contrato reza que a mulher contratada parirá um filho que não é dela, mas dos donos do zigoto, o que parece relativamente normal, e até justo.

Os tipos da ética acham que não. Na opinião destes moralistas da treta, a mulher contratada, depois de parir, pode ficar com a criança dos outros, ou seja, é eticamente autorizada a estar-se nas tintas para o contrato firmado.

No caso dos deficientes sexuais a Comissão entra em paranóia ética. Os comissários, ou comissionistas, opinam que vale tudo, desde que os deficientes “utilizem meios próprios”. Fica por esclarecer que “meios próprios” tem um par de fufas ou uma parelha de maricas para este efeito. Mas, “eticamente”, todo o bicho careta tem direito a ter filhos. Sozinho (?), acompanhado, à vontade do freguês. É como pôr um cego a ir ao cinema ou autorizar um paraplégico a correr os cem metros, isto sem ofensa para os ditos.

Se assim não for, os comissógrafos desde já informam que se está a ofender a Constituição.

Não sei onde se vai buscar isto à Constituição. Mas, se lá estiver, então é a Constituição que nos ofende, não os que impedem os esta malta de ter filhos. Abaixo a Constituição!

    

5.4.12


António Borges de Carvalho

SETE PROBLEMAS DA PÁTRIA


Vejamos os grandes problemas da nossa vida política nos vem apresentando, problemas que, segundo o partido socialista, os opinion makers, as televisões, os jornais e tantos outros formadores da opinião pública, estão na agenda dos dias.


1 - Antes de mais, avulta essa magna questão de saber onde se vai pôr a “regra de ouro”. Na Constituição? Numa Lei orgânica? Na Lei geral? Num decreto? Numa portaria? A Nação inteira não cabe em si de ansiedade, à espera da solução que os pais da Pátria vão dar a este formidável problema. Ninguém sabe com exactidão o que seja tal coisa, ou como funcionará, ou se funcionará. Mas toda a gente tem consciência de se trata do principal problema do país.


2 - Tão ou mais importante que esta é a questão de saber se o camarada Seguro vibrou uma golpada estatutária no seu próprio partido, como afirma o incontido e palavroso Marcelo, ou se não deu golpada nenhuma. Se deu à casca como um tarado, foi só por não ter mais nada que fazer? A Nação espera com ansiedade a resposta com que o esclarecido académico prometeu para Domingo.


3 -  Estamos também mergulhados na resolução da formidável questão de saber como vão ser escolhidos os candidatos socialistas às autarquias e a outros empregos. Convenhamos que, tal como a regra de ouro ou a golpada, a coisa ocupa a primeira linha das preocupações dos portugueses.


4 - Mal ficaríamos se não fizéssemos referência e esse luminar da nossa vida política que dá pelo nome de Isabel Moreira. Com sobeja razão: como é que a intragável magrizela, perita em parvoíces, causa tanta celeuma? Como é que o Seguro aguenta a tatuada criatura? Um mistério terrível, coisa que não pode deixar de ser comunicada à troica, a fim de tornar a lingrinhas objecto de uma reforma estrutural. Pensar noutras matérias será difícil para o povo. Que outra coisa será tão digna de atenção?


5 - Na mesma ordem de problemas nacionais, temos o caso, verdadeiramente paradigmático, dessa grande figura da República que “se está marimbando para as dívidas e para a troica” e que  quer “pôr de joelhos os banqueiros alemães”. Mais um problema: o ilustre deputado demitiu-se do cargo que tinha no grupo parlamentar do PS! Mais importante, o quê? Quiçá só o problema da tatuada. Ninguém. Como poderão o PS, o país, o Parlamento, prescendir dos altos serviços do notável maluquinho?


6 - A somar a tudo isto, os portugueses não podem deixar de tremer de emoção quando pensam que o Seguro está a tentar ver-se livre da influência de tantos e tão qualificados gigantes da nossa política, tais o inacreditável Lelo, o desbocado Santos Silva, o rapaz do beicinho à banda, o ladrão de telemóveis, o Paulo Campos, meu Deus!, o Sérgio dos preservativos, e tantos, tantos mais.


7 - Mal ficaria ao IRRITADO se acabasse esta resenha dos mais importantes problemas dos portugueses se não citasse o infausto acontecimento de que foi alvo o camarada Louça. Preparava-se o grande líder comunista para ia a Atenas dar aos gregos da extremíssima esquerda a luz do seu pensamento, designadamente o seu sentido aplauso pelos motins, cocktails molotov, incêndios, escavacações de automóveis e outras altruístas acções levadas a cabo com indesmentível civismo pelos camaradas helénicos. Os controladores aéreos alemães, certamente às ordens da fascista Merkel, paralisaram o aeroporto de Munique com o objectivo de impedir o Louça de dizer as suas palavras de apoio aos díscolos de Atenas e de lhes manifestar a sua admiração, estima e indefectível camaradagem. Cabe aos portugueses revoltar-se perante tal manifestação das mais repressivas tendências, não acham? 


Assim nos entretemos. Pelo menos, é o que a oposição, os opinion makers e os media propõem à nossa consideração.

Muita falta nos fazem o António José da Silva e as suas “Guerras do alecrim e manjerona", ou o Guilherme Shakespeare e o seu “Much ado about nothing”.

 

4.4.12

 

António Borges de Carvalho

AUTARQUIAS


Tradicionalmente, os municípios eram fruto de cartas de foral em que o Rei (o poder político) reconhecia a “independência” de uma localidade cujos “homens bons” tinham capacidade de se auto governar e deixar de ter certas obrigações em relação ao poder dos nobres e do clero da região. As freguesias coincidiam com as paróquias, não tinham a ver, directamente, com o poder político.

O sistema foi funcionando até que a revolução dita liberal e os seu formalismos napoleónicos decidiu tudo centralizar, transformando o poder local em mero prolongamento, ou alavanca, do poder político. Reorganizou-se os municípios, e as freguesias, com o tempo, deixaram de ser resultado das comunidades paroquiais.

O esquema assim criado foi prolongado pelas duas primeiras repúblicas com uma ou outra alteração.

A terceira república, em que os partidos muito dependem das suas secções locais, cedeu a inúmeras pressões, algumas com razão de ser, outras fruto de conveniências várias.


Esta evolução, assim referida com rasa simplicidade, foi criando milhares de entidades autárquicas, não viabilizadas pelos interessados, mas dependentes do poder central, objecto de leis parlamentares, com poderes derivados da conjuntura política central e mais formados a partir dos interesses dos partidos que das conveniências das populações.

O chamado poder autárquico transformou-se em correia de transmissão dos diversos poderes e partidos políticos, pasto de equilíbrios partidários e colossais consumidores de dinheiro público, sem correspondência com os interesses e com as capacidades meramente locais de gerar meios. As autarquias deixaram de ser fruto da espontânea vontade dos interessados, ou fruto, principalmente, de sustentabilidade auto gerada. Assim se foram transformando em capelinhas, cujo objectivo é manter-se enquanto tal e auto justificar-se, não por referência a interesses reais mas pela guarda a todo o custo das estruturas, das cliques e dos poderes e poderzinhos instalados.

Dir-se-á que é um assim regra por toda a Europa. Dir-se-á que se trata de um fruto da democracia.

A verdade, porém, é que, com qualidadees e defeitos, a nossa organização autárquica se transformou numa miríade de pequeníssimas, pequenas e médias organizações, todas dependentes do Estado, quase sempre inviáveis, muitas delas mais  com efeitos folclóricos que com quaisquer outros.

A troica viu isso. Aliás, há muito que muita gente o via, sem coragem para mexer fosse no que fosse.


Se há erro na política autárquica deste governo é o de não ir tão longe quanto seria de desejar. Pior, é o de querer reformar de acordo com as populações. Não haverá uma única que esteja de acordo. Então, e o “nosso presidente”? E os “nossos  vereadores”? E o tudo à “nossa porta”?

As pessoas deixaram, ou tendem a deixar de se organizar. Habituaram-se a que alguém as organize. O fim de milhares de fregusias e de alguns concelhos poria milhões de pessoas a trabalhar para resolver os seus problemas comunitários, sem estar à espera do subsídio, do presidente ou das coortes de “autarcas” que enxameiam, polulam e poluem por toda a parte.

Desfilaram em Lisboa uns  milhares de pessoas, convertidos em 200.000 por uma imprensa tão estúpida quanto imaginar se possa, exigindo a sua freguesiazinha. Tudo boa gente, sem dúvida. Os infiltrados não seriam tantos como se possa pensar. Tudo gente que achava estar a defender os seus interesses, os interesses da sua mini pátria. Tais interesses são legítimos, a forma como levaram as pessoas a defendê-los é que não.


Não se sabe onde irá parar a reforma do Relvas, sobretudo se ele se puzer com conversas. Há coisas que têm que ser e que têm que ser sem conversas. Ou aproveitam a desculpa da troica, ou estão feitos ao bife.


2.4.12


António Borges de Carvalho

NOTÍCIAS DA DINAMARCA

 

Apareceu nos jornais uma fotografia da ministra das finanças da Dinamarca em conversa com o colega germânico. A fulana, indigna posição, estava de joelhos, ou de cócoras, perante o manda chuva europeu, assim se amachucando, e ao seu país. Uma serva da gleba diante do senhor feudal!

 

Em Copenhaga, os camaradas Frag Lousarg e Jeronymus Sousansen, logo seguidos pelo líder da oposição Antonius Josefus Segurggard, manifestaram a sua repulsa pelo servilismo da imprudente mulher e fizeram apelos desesperados ao povo, cuja soberania, disseram, foi assim irremediavelmente posta em causa.

Anteontem à noite, no seu programa diário na TV, o célebre jornalista Marioloff Crespinsen também fez notar a insuportável atitude, demonstrativa da mais radical subserviência.

A antiga e orgulhosa nação treme, indignada, com a afronta. Vitupera a atitude da criatura, bem como se revolta contra o facto de o feroz tudesco Schäuble não se ter posto de pé para falar com uma senhora.

 

Dado tratar-se de uma democracia estabilizada (uma Monarquia!) parece evidente qua a senhora em causa tem os seus dias políticos contados, e muito bem.

 

Roters, France Piss e Pusa

 

Publicado por IRRITADO

 

1.4.12

REGULAMENTARITE

 

Rezam as crónicas que um grupo de maravilhosos cidadãos, preocupadíssimos com a imagem de Lisboa, anda para aí aos gritos contra as esplanadas, o mau gosto das esplanadas, a falta de limpeza das esplanadas, o mau serviço das esplanadas, etc. e tal.

Nada a criticar. O IRRITADO está com eles de alma e coração.

O pior é que tais cidadãos outra coisa não querem senão que a câmara aplique os regulamentos que regulam a coisa. Como sempre, o pior é a câmara.

 

Uma amostra da “acção” da câmara no que respeita a esplanadas:

Acabadas as magníficas obras que os privados fizeram, apesar da câmara, no Campo Pequeno, apareceu uma data de esplanadas à porta dos restaurantes da praça de touros. Todas elas eram de bom gosto, grandes e claros toldos, mobiliário decente, etc.

Um dia, apareceu uma brigada municipal que mandou tirar aquilo tudo, aplicou multas, chateou os comerciantes e privou os munícipes da fruição das esplanadas.

Tempos depois, as esplanadas voltaram ao sítio, com os mesmos chapéus de sol, as mesmas cadeiras, tudo igual. Desta vez, a câmara não chateou, o que leva a concluir que, para ela, o que era inaceitável num dia, passava a excelente assim que o alarve da fiscalização estivesse bem disposto.

Houve também uns tipos que capricharam: fizeram grandes esplanadas, preparadas para receber clientes com chuva ou com sol, sofás, cadeirões, barbecus e mais não sei quê, desta vez de gosto discutível, mas constituindo uma mais valia para os cidadãos. Mais uma vez foi coisa de pouca dura. Os tipos tiveram que meter os tarecos num armazém, ou vendê-los ao desbarato, fecharam os estaminés e foram à vida.

Se calhar, mais dia menos dia, os humores camarários mudam, sabe-se lá porquê, e a tralha volta a aparecer.

Com gente desta não há nada a fazer.

 

Os maravilhosos cidadãos acima referidos acham que o regulamento não é aplicado. Foram falar com o Fernandes. O Fernandes disse-lhes, coisa extraordinária, que andava a “negociar” com a associação dos tasqueiros. Ou é mentira ou dá-se o espantoso caso de a câmara ter que negociar para aplicar os seus próprios ditames. Do Fernandes, tudo se pode esperar.

Vejamos agora, a título de exemplo, algumas maravilhas das directivas que a câmara aplica, ou gostava de aplicar, às esplanadas.

As toalhas de mesa têm que ter uma cor única.

Os chapéus de sol têm que ser de lona.

Os chapéus de sol têm que ser de cor branco cru.

Os menus não podem ser maiores que uma folha A4.

Os porta-guardanapos terão que ser de inox.

Daqui se conclui que a câmara não gosta de toalhas aos quadrados ou às riscas, mas poderão ser cor de burro quando foge.

A câmara não quer saber se os chapéus de sol são bons ou maus, impermeáveis ou não, grandes, pequenos, redondos ou quadrados, desde que sejam branco cru e de lona.

Os porta-guardanapos ou são de inox ou são proibidos. Nada de porta guardanapos de porcelana, nem que seja Vista Alegre ou de Saxe.

Se o menu for maior que uma folha A4, pimba!

Postas estas e outras exigências, verifica-se que a câmara se exime a examinar os projectos de decoração das esplanadas. Estas, mesmo horrendas, se cumprirem as normas acima e outras do estilo imaginativo do Fernandes, “verão a licença automaticamente passada”. Para quem conhece os “automatismos” da câmara, os deferimentos passivos e outras coisas pomposamente designadas por “SimpLis”, a licença automática deve ser coisa para levar dois ou três anos. Mas isso é pormenor.

 

Uma última observação, agora acerca dos incomodados cidadãos: não contentes com a aceitação acéfala das normas da câmara que querem ver aplicadas, acham, por exemplo, que a bela esplanada do “Nicola” é grande demais(!). ou seja, são mais camaristas que a câmara. Ora bolas!

 

1.4.12

 

António Borges de Carvalho

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