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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

DA REBELIÃO CARNIDIANA

 

Dá que pensar esta história dos tipos que andam a dar cabo das máquinas caça-moedas da EMEL.

Ninguém gosta da EMEL, não tanto pela existência de estacionamento pago mas, sobretudo, pelos “critérios” da empresa e dos seus agentes, bem próprios de uma câmara municipal cujo desprezo pelo munícipe é conhecido, reiterado, odioso e odiado.  A EMEL é, sempre foi, um instituição de tipo soviético, fundada por soviéticos e continuada por vários parvalhões. Vive num palácio e ignora o cidadão. Por isso que a atitude do tipo da junta lá do sítio (Carnide, julgo) mereça, da parte da malta, IRRITADO incluído, especial compreensão. Da mesma forma que a reacção escolhida pela CML, com ameaças de processos judiciais e parvoíces do estilo, é digna de justa indignação popular.  

A Junta, como é evidente, devia ter sido consultada antes da instalação das maquinetas. Mas tal tipo de consulta não consta do “livro de estilo” da CML. A qual - mero exemplo - sem consultar a junta das Avenidas Novas, mandou fechar a esquadra da polícia e ignora olimpicamante os muitos milhares de assinantes de um protesto generalizado.  

No caso de Carnide há um pormenor que tem o seu quê de piadético. É que o chefe da coisa, que se declara “psicólogo”, é membro activo do PC. Ou o PC mudou de filosofia, ou o rapaz se enganou. Então um adepto confesso das mais brutais ditaduras, passadas e presentes, atreve-se a enfrentar o poder que, por cá, apoia?

Ainda não se conhece a reacção do Comité Central a esta arrancada populista, portanto de extrema direita (como reza a cartilha do poder social/comunista), mas imagina-se que deve ir por lá vasta perplexidade a propósito de uma evidente falta de respeito por uma instituição pelo PC inspirada e criada.

Aguardemos os desenvolvimentos com justo gáudio.

 

9.4.17

OS IMPAGÁVEIS

 

Lá dizia o Jeroen: se andares na boa vai ela, lixas-te.

Por cá, como se sabe, isto não é verdade. O Jeroen é uma besta, devia ser substituído pelo Centeno (t’arrenego, cruzes canhoto!). Não temos nada com isso, nunca gastámos dinheiro mal gasto, ainda menos nos tempos do Sócrates/Costa, temos as continhas em ordem, 2,1% de défice, o resto está debaixo do tapete como é de boa tradição, não há problema nenhum, temos estabilidade como proclama Sua Excelência, a banca está firme e em progresso acelerado, que quer esse animal saído lá dos polders quando resolve insultar a malta?

Pois é. Como exemplar exemplo desta magnífica situação dado de borla a toda a gente, é o partido do poder, o glorioso Partido Socialista, pilar número um da democracia, carregadinho de nobres tradições. Falido, mas vivinho e orgulhoso. O que é um mísero buraquito de vinte e um milhões de euros? Peanuts, amiguinhos, alcagoitas como se diz por cá a ver se os jeroenes não percebem. E as “directas”, hem, sim as directas, em que gastámos o triplo do que dizíamos que íamos gastar para fabricar uma eleição marada cuja eficácia, vejam se percebem, não está em causa: o vencedor que, ao contrário do vencido, perdeu as eleições mas é primeiro-ministro à pala dos comunistas. Vêem como funcionou, vêem? Que interessam essas centenazitas de milhar de que o Tribunal de Contas anda para aí a esgrimir, se o resultado final foi o espectacular triunfo de que a Pátria tanto beneficia?

Deixemo-nos de fantasias. Afinal, a esmagadora maioria das receitas vem do Estado, o Estado somos nós, como lá nas franças era o rei Luís, quem tem a ver com isso? Vinte e um milhões de buraco que não são pagáveis mas não interessa. Umas centenas de milhar em contas estrambólicas, que importa? O que tem o Jeroen a ver com isto? Ou o Tribunal de Contas? Nada. Os portugueses podem estar descansados, nós tomamos conta do assunto! Havemos de dar umas lições a esses abutres dos credores que são capazes de, a propósito de umas dívidazinhas, fazer para aí uma barulheira dos diabos.

Confiança, amigos, confiança! O futuro é de ouro, pelo menos para nós, o que já não é nada mau.

 

7.4.17

OFERTAS IMPERDÍVEIS

Passamos a vida a receber maravilhosas ofertas. Inúmeras organizações comerciais nos consideram clientes VIP, gente de primeira, merecedora dos mais rebuscados encómios por parte de directores, presidentese e gestores que, em quilos de papel e de bonecada, nos oferecem pinchavelhos, livros, canivetes, malinhas de senhora, isto se comprarmos 50 panelas, duas frigideiras e um naperon. Ficamos, além disso, habilitados a um magnífico prémio, para o qual fomos, pessoalmente!, seleccionados, no valor de dez libras de ouro ou, à escolha, uma bicicleta eléctrica a pedais da marca Pedaloidel.

 “Ofertas”  deste género são às dezenas por mês. Normalmente vão para o caixote mas, como vèem via CTT, paciência. Os tipos compraram o nosso nome e morada a uma base de dados qualquer, e vai disto. Estão no seu direito, são comerciantes e, em princípio, actuam dentro da legalidade e da moral em vigor.

Mas há outros. Tenho aqui um enorme envelope oriundo de uma “associação sem fins lucrativos” e, ao que me garantem, isenta de impostos. E então - como se diz agora - é assim: sou convidado a comprar dois números de uma revista por cinco euros cada e a receber, livre de ónus ou encargos, um magnifico Tablet. Seguidamente, assino a tal revista por seis vírgula noventa e cinco euros/mês durante dez meses, passados os quais passarei a pagar sem desconto, isto é, quatorze euros cada. Serei, além disso, contemplado com livros que me ensinam a melhor maneira de usar esfregonas ou onde comprar torradeiras com garantia. Incontáveis outras benesses me serão oferecidas (pro bono?), se comprar a revistinha, claro.

Digam-me lá se não vale a pena!

E, já agora, descubram a diferença entre esta organização (a DECO) e as que vendem panelas.

 

7.4.17

ALBERTO GONÇALVES, OU DOS FEITOS DO LÁPIS VERMELHO

 

Muita gente gosta de coisas vermelhas: o Benfica, o PC, e outros que as têm como emblemáticas, tal a Vodafone e a minha pasta dos dentes.

Na política, temos inúmeras linhas vermelhas, uma imagem de retórica normalmente tendente a ser esquecida ou recuperada segundo as conveniências: o Portas tinha umas, a absurda Catilina esgrime outras para inglês ver, e até o tipo do Sporting pratica tal desporto.

Por mor da geringonça, porém, temos o lápis vermelho, a lembrar os velhos tempos do outro, o azul, o dos coronéis da II República. Há exemplos disto um pouco por todo o lado, com serventuários praticantes aqui e ali, mas com tendência a proliferar, via saneamentos PRECo-saramagueses.

Ainda é permitido criticar o poder, desde que dentro dos limites da moral republicana e socialista. Mas, atenção, a coisa tem limites! Se for demasiado profunda ou, o que é pior, demasiado inteligente, alto e pára o baile!

É o caso de um tipo (há outros) criteriosamente escolhido, leia-se varrido pela bempensância “informativa”, ou seja, pelo gringoncial lápis vermelho. Trata-se do mais inteligente, do mais acutilante, do mais mordaz, do mais indispensável à moralização dos que, como o IRRITADO, não têm pelo chamado governo e seus adeptos uma especial consideração. Mesmo para alguns adeptos da coisa - os não estúpidos, se os houver - as crónicas de Alberto Gonçalves eram balsâmicas, pelo menos do ponto de vista do desafio e da profundidade.

Mas... Alberto Gonçalves passava das marcas e podia perturbar a serenidade das hostes. Daí que, à boa moda do Putin, tivesse que ser silenciado. Dados os nossos brandos costumes, mandá-lo matar seria mal aceite, a Europa não gostava: chega o saneamento. O “Diário de Notícias”, como o IRRITADO já teve ocasião de sublinhar, correu com ele. Agora, foi a revista “Sábado” (que, por indesmentível lógica, sai à 5ª feira) a dar-lhe com os pés, substituindo-o por coisa mais mansa.

A título de declaração de interesses, o autor do IRRITADO informa que comprava tal revista (que não interessa a ninguém com dois dedos de testa) exclusivamente para levar para casa o artigo do Alberto Gonçalves. Este fez duas semanas de férias (no que me diz respeito, duas semanas sem comprar o papelucho) e, quando elas acabaram, foi corrido, ou seja, foi submetido ao lápis vermelho do director da coisa, que não sei quem é mas que, como é evidente, está feito com o poder social/comunista. A poupança semanal assim obtida veio reforçar a poupança diária já em curso por alma de um DN menos mau mas igualmente ingressado na classe dos rinocerontes da fábula do Ionesco: o Baldaia, para provar que é “da malta”, escovou o Gonçalves.

Espera-se que, a todo o momento, o Tavares (o bom, ou bonzinho) seja também posto na rua pelos gerentes do “Público”. Já faltou mais.

 

6.4.17

PAÍS POSITIVO

 

Ninguém sabe ao certo o que é, o que vai ser, nem o que vai causar a fantástica “solução” que foi inventada para o antigo BES, actual NB. Há, porém, uma coisa que toda a gente sabe: é que vamos pagar o prejuízo, seja ele qual for. O que, diga-se em abono da verdade, é o que sempre acontece em casos deste tipo. Não há que estranhar, é a vida, desta feita acrescida das maravilhosas descobertas do Centeno.

Outra coisa que toda a gente sabe é qual seria, sob todos os pontos de vista, a pior de todas as soluções: a nacionalização do buraco. Só os aliados da geringonça a defendem, não por questões de racionalidade mas por convicções mais ou menos religiosas, como tal inultrapassáveis. A liberdade de asnear é sagrada.

Algo me diz que, não fora a negregada “Europa”, os costas e os marcelos da nossa feira das vaidades iriam como cordeirinhos atrás das esquerdoidas e do Jerónimo. Já ninguém sabe se o PS e o patriarca de Belém têm ideias próprias ou se se limitam a ir atrás dos sócios em tudo o que a tal Europa não perceber ou proibir.

De qualquer forma, o futuro é risonho, não é?

 

5.4.17  

O GRANDE PROBLEMA

 

Se você pensa que a “venda” do Novo Banco é a principal notícia destes tempos, está muito enganado. Há vários dias que somos bombardeados com a importantíssima questão de um árbitro da bola que levou uma chapadas em Canelas, sim, em Canelas, sabe onde isso é, sabe se existe? Por exemplo, ontem, o jornal “de referência” chamado Público dedica a este tema vital uma chamada de primeira página a vermelho, mais quatro páginas inteirinhas, sim, inteirinhas, pejadas de “informação”, de opiniões, o árbitro, o jogador, vários presidentes, juízes, legisladores, tudo minha gente a pensar e opinar sobre tão ingente matéria. Isto sem contar com um brilhante editorial sobre o mesmo tema, como não podia deixar de ser. No resto dos media, se não foi tanto assim, foi quase, ou mais. A Pátria em perigo tremeu de emoção, de repulsa, de preocupação com o presente e o futuro, de justa inquietude que causa a preservação da integridade física, moral, emocional e intelectual dos árbitros, com a morosidade da justiça, com o tremendo abalo que o crime de Canelas causa à estabilidade da Nação.

As bombas de Moscovo, o comboio de rodas ao ar, até a desgraça (essa sim, desgraça mesmo) da fábrica de foguetes, nem as bocas do Trump, nem Gibraltar, tudo coisas de somenos, isto para não referir outra vez o caso do Novo Banco ou as reiteradas aldrabices do chamado primeiro-ministro sobre o caso.

Árbitros e lambadas, eis a questão.

 

5.4.17

CASACAS

 

Em tempos que já lá vão, o IRRITADO chamava “Sólcrates” ao jornal “Sol”. Quando o Pinto de Sousa começou a ver descobertas as primeiras carecas (a engenharia, os tempos da Covilhã, etc.), o “Sol” adoptou a sua defesa com unhas e dentes. Depois, parece que acordou, ou percebeu e, em boa hora, virou a casaca. Agora, com a nora a trabalhar em grande, e ainda que não se dedique a cem por cento à propaganda da geringonça, desatou a marrar no PSD, e de que maneira! Mais um dos acagaçados, mais uma viragem de casaca, que é o que há por aí aos pontapés. A castanha vai rebentar-lhes na boca, como vai rebentar nos nossos bolsos. Para eles, não tem problema, viram a casaca outra vez, e pronto. Os nossos bolsos é que, depois de bem viradinhos, nem para o céguinho vão dar.

 

3.4.17   

APERTOS

 

Apertados pela geringonça, dois dos seus designados “inimigos” vieram dizer umas coisas suaves e até optimistas. Das duas, uma: ou não eram inimigos, só independentes que a geringonça queria calar (é o que por aí mais abunda), ou a tal independência levou-os a dizer umas coisas, como sempre avisadas, mas com o condão de não pôr de rastos a organização no poder.

Tanto a dona Teodora como o senhor Costa (Carlos) apareceram, mais ou menos de surpresa, a dar esperançosas pequeninas dicas sobre o nosso futuro próximo. É certo que, pelo meio e nas entrelinhas, deixaram alguns avisos num tom seráfico e condescendente mas sem pôr em causa as anteriores rabecadas.

Engraçado é verificar que, a partir daí, cessou tudo o que a geringoncial musa cantava: deixaram de ser bombo da diária festa dos Carambas, das Catilinas e dos demais trombones da situação, PC incluído. Como vêem, quem bem se porta passa a gajo porreiro, ou deixa de ser alvo de guerrilha.

 

3.4.17

DA GLÓRIA DA ESQUERDA

 

Um número crescente de filósofos, psicólogos, politólogos e de outros rebrilhantes intelectuais disponíveis começou a pronunciar-se “agradavelmente” sobre uma coisa que vem ocupando páginas e páginas na chamada “comunicação” social, “mídia” para ignorantes e subservientes, media, ou meios, para quem não faz parte de tal equipa.

Qual coisa? A mentira e seus parentes.

Há quem escreva, com justificatória alegria, que a mentira é “normal” na política e “característica” própria de políticos que se prezam. Pode ter várias graduações: a pura mentira, a meia verdade, a narrativa, a verdade alternativa e outras rebuscados conceitos usados para gozo e satisfação dos opinadores. As mais intelectuais justificações para tais práticas são avançadas em “análises” profundas, cheias de considerandos, citações, estudos, investigações, estatísticas, e do mais que ocorrer à moderna elite mediática.

Em segundo plano surgem alguns conceitos aceitáveis, que não se enquadram nos analisados, como os da confidencialidade, da reserva, da discrição e das matérias que as merecem. O mais difícil será estabelecer os limites de tais formas de proceder, a fim de as não confundir com mentiras e quejandas práticas. Mas isto pouco interessa à tal elite.

Um exemplo do que, não sendo mentira, nem meia verdade, nem verdade alternativa, sequer narrativa, é tão ou mais violento que a mentira pura e simples. Refiro-me às bandeiras em arco desfraldadas pela geringonça a propósito do défice.

Foi ele de 2,1%, ou coisa do género, correspondentes a 3.807 milhões de euros. Demos de barato o facto de tais milhões não terem sido objecto de informação pública por parte do chamado governo. O pior é o que segue: em 2016, a dívida agravou-se no módico montante de 9.590 milhões; destes, foram às contas os tais 3.807, ficando de fora 5.783 milhõezinhos; não se sabe onde foram parar, se às contas da mercearia, se abaixo do tapete, se enviadas ao cosmos nalgum foguetão, se metidas na “operação marquês”. De resto, a história não é nova: era um dos mais inteligentes e habituais procedimentos da “gestão” socialista de antes da troica, coisa que teve os maravilhosos resultados que toda a gente sabe e com que toda a gente sofreu.

Aqui temos uma mentira, inverdade, narrativa, ou outra coisa qualquer. À portuguesa, chamar-lhe-ei aldrabice, trafulhice, engano, sonegação de informação essencial para a formação da opinião póblica: o país a atolar-se em ainda mais dívidas, assim “revertendo” o caminho que vinha tomando em 2015. Ao mesmo tempo que o país se atola, o costismo, herdeiro agravado do socratismo, declara que estamos a caminho da glória. Só se for a glória das bancas dos casinos.

E a procissão vai no adro.

 

2.4.17

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