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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

PROCRASTINAR

 

A tempestade andou por aí a chatear teve inúmeras consequências graves, entre as quais a queda de 1997 árvores ou ramos, felizmente nenhuma ou nenhum em cima do toutiço dos indígenas. Mas 1997 é um número impressionante.

Já não é a primeira vez que o IRRITADO fala no estado das árvores. Votadas há décadas ao mais miserável abandono, as árvores de Lisboa (no resto do país é mais ou menos a mesma coisa) crescem ao Deus dará, nunca são revitalizadas por meio indispensáveis podas, prática normal para quem as tenha no jardim, mas totalmente desconhecida para as autoridades autárquicas, da protecção civil, dos bombeiros, dos silvicultores, etc..

Olhem o estado de “desenvolvimento” da floresta da avenida da liberdade e pensem quando cairá uma em cima dos turistas ou dos passantes. Olhem os plátanos gigantescos que, em fase de apodrecimento, abundam pela cidade fora.

Olhem, e pensem quantos cadáveres serão precisos para que os merdinas e companhia tratem do assunto.

 

13.12.17

GENTE DO MELHOR

Percebo as críticas de muitos opinion makers cá do sítio que vociferam contra a chamada partidarite, coisa que leva os adeptos de uns a pôr as culpas de tudo o que é mau para as costas de terceiros, contabilizando o que acham bom a crédito de si mesmos. É o evidente caso do Costa. Há dois anos não faz outra coisa, não se cansando de bater na oposição, raiz e fonte de todos os males reais e imaginários. Assim transformando o PS em particular e a geringonça em geral não num governo mas numa aguerrida e insultante oposição à oposição.

Porém, nos últimos tempos, os tiros desta espingarda passaram ser de pólvora seca ou a acertar nos pés do caçador, com inúmeras trapalhadas, mentidos e desmentidos, faltas evidentes à famosa “palavra honrada”, inúmeras pessegadas de tipos tidos por ministros, etc. e tal. É o “novo ciclo”, por aí tão propalado, a provocar ataques de histerismo às malucas do BE, crises de sovietismo primário ao Jerónimo e, imagine-se, uns tímidos estremeções nalguns fulanos do PS, já prontamente perseguidos pela “justiça” partidária. Até o camarada socialista revolucionário e arcebispo primaz do BE, senhor Louça, já tratou de anunciar a possibilidade de estar em preparação um novo resgate. Será que o diabo está à solta?

Neste brilhante estado de coisas, temeroso, o PS dá sinais de procurar uma tábua de salvação destinada a substituir os comunistas por quem estiver à mão, a fim de, no novo ciclo, manter o poder costita. Até o esquerdista dos Porsches e dos Maseratis, um tal Santos, já veio insinuar que, daqui por diante, será o tempo dos “consensos” à direita. Quem havia de dizer? Numa explicação simples mas certeira, é o poder do cagaço a funcionar.  

Apesar destas circunstâncias, do lado do PSD há quem dê uma ajudinha. O senhor Rio, aqui há tempos, deu o mote. Depois, disse que era mentira, mas, para muita gente, como o primeiro amor é que é bom, fica o que à partida foi dito. O estranho mandatário do homem, Sarmento de seu nome, leva as coisas mais longe. Sem papas na língua, denuncia-se como indefectível admirador do camarada Costa, em quem votará se, na sua pitoresca opinião “tudo ficar na mesma”, isto é, se Santana ganhar a liderança do partido que o Sarmento tenta afirmar como ainda seu. Acrescenta que jamais ouviu, de Santana, uma ideia que se veja. Lapidar. E, logo a seguir, afirma, com indiscutível amor à verdade e à coerência, que nunca disse nem dirá mal dele.

Tudo de pernas para o ar nesta mirabolante candidatura aquícola. Em vez de atacar, ou criticar, os adversários do partido, o mais notório apoiante de Sarmento confessa a sua admiração por eles, dá pancada no concorrente interno e, depois, diz que é mentira.

Tudo somado, temos homens for all seasons. Passaram do oitenta para o menos oito.  

 

11.12.17

GERINGONCIAIS EUFORIAS

Dizem, e parece que é verdade, que o pessoal, animado pela propaganda do chamado governo, não poupa um chavo e se vai endividando à fartazana. Tudo como nos tempos do camarada 44. Carros novos, casas novas, um vê se te avias, que a banca está aí outra vez, cheia de dinheiro e ávida de juros.

Se é verdade que as mesmas causas levam às mesmas consequências, imagine-se o que vem aí mais depressa do que seria de supor. O mal-amado chefe do Banco de Portugal já veio fazer um tímido aviso, a ver se mete algum juízo na gestão de créditos e na cabeça dos indígenas. Ou muito me engano ou anda a prègar no deserto. A conta virá, a seu tempo. Alguém há-de pagar. Se o “governo” diz que está tudo OK...  como dizia o Salazar, o que parece, é.

 

11.12.17

DEFESA NACIONAL

O Costa anda com bem merecido azar. Animado pela eleição do Centeno, achou que as primeiras páginas tinham boas razões para deixar de repisar cortejo de pessagadas em que tem andado envolvido.

Dois dias passados, a pessegada voltou, e é bem feita. O palhacinho da defesa encarregou-se dos pêssegos. Disse aos deputados que ia dar-lhes os documentos sobre o programa governamental da defesa europeia. Era mentira, não ia dar coisíssima nenhuma. Rebentada a bronca, veio clamar que o que tinha dito era verdade, só que não tinha lido a história toda e, por isso, não sabia do seu conteúdo. Mais uma palhaçada deste profissional das ditas.

O tipo a quem se chama ministro da defesa confessa que, quando prometeu aos deputados dar-lhes os papéis, não sabia o que eles continham, isto é, o ministro da defesa nunca leu aquilo de que falava, não fazia ideia do que se estava a “tramar” nas suas costas. Como ministro, não existe. Como palerma e aldrabão, abusa.

Pior do que o Costa ter ido buscar para ministro de matérias tão sensíveis um ignorante crasso, sem currículo nem nome na defesa, funcionário de segunda do tipo do Porto, avulta o facto de o manter no poleiro depois dos chorrilhos de asneiras com que tem presenteado a Nação.

Nada que não esteja de acordo com a coluna vertebral da geringonça.

 

7.12.17

ASSUMIR A DIREITA

Às vezes, muitas vezes, ou sempre, parece que estamos trinta anos atrás. Saídos de um sistema autoritário de direita, estatista e controleiro mas com inúmeros tiques socialistas, a direita democrática considerou-se “social”, evitou nomes, siglas e rótulos que pudessem ser conotados, ainda que por absurdo, com a filosofia vencida. O PPD original teve que se transmutar em PSD, ainda que, com apoios da respectiva internacional, à época vigorosa, o espaço dito social-democrata estivesse ocupado pelo PS. Internacionalmente, o PPD/PSD conotou-se com o PPE, mas internamente não foi capaz de o assumir.

Estamos na mesma. Décadas passadas, tudo mudou no mundo mas, em Portugal, os complexos de esquerda continuam evidentes. Os partidos do centro e da direita têm pejo em afirmar-se como tal, prisioneiros que continuam da tralha esquerdizante que assolou o país. Palavras como conservador e liberal, por exemplo, continuam banidas do nosso léxico político, como se os políticos, seguidos pela "opinião" e pela “informação”, tivessem vergonha de assumir claramente a posição que, no fundo, é a dos seus apoiantes e que está na raiz ideológica da maioria dos povos europeus.

Quando ouvimos, por exemplo, o bem articulado discurso de Rui Rio, para além de verificarmos ao vivo a aplicação do princípio de Peter, ficamos com uma imagem clara do domínio, omnipresente em 2017, do nacional complexo de esquerda, como se o mundo fosse o mesmo, como se o país fosse o mesmo de há tantos anos atrás. Os vícios que esta paralizia mental introduziram na nossa vida e na nossa mentalidade continuam a minar o pensamento e as emoções das nossas elites e a anquilosar a sociedade.

Precisamos de alterar o status quo como de pão para a boca. Mas os políticos que podiam corporizar tal alteração continuam com medo do eleitorado imediato, incapazes de perspectivar um futuro diferente e de o defender publicamente com coragem e determinação. De frente, por palavras claras, sem atalhos nem rodriguinhos. É por isso que a sociedade portuguesa continua tão ou mais estatista e controlada do que o era no tempo da ditadura.

Com uma réstia de pouco optimista esperança desejar-se-ia que o discurso de Pedro Santana Lopes venha a sair deste pântano, não com imediatismos cobardes mas com uma visão do futuro a médio e longo prazo.

 

7.12.17     

PALAVRA DADA

 

Numa das suas diárias sessões de propaganda, o cidadão tido por primeiro-ministro demonstrou mais uma vez a sua fidelidade aos compromissos e à palavra dada. Com toda a razão, desta vez no caso das renováveis, prado onde pastam o Mexia e o Pimenta. Cabeça levantada, voz poderosa, a criatura declarou que, havendo um contrato assinado (pelo Sócrates, quem havia de ser), o Estado (ele, Costa) era, como sempre, fiel à palavra dada, respeitava os compromissos do Estado. Notável, digno dos maiores encómios, não é?

É. Ou seria, se fosse verdade. Então não foi o mesmo Costa quem deitou para o lixo, por exemplo, os contratos de concessão dos transportes? Então não foi o mesmo Costa que, na altura, disse que era um caso de interesse público? Foi. Então, onde está a palavra, onde está a fidelidade aos contratos do mesmo Estado em nome de quem o Costa diz actuar? Foram-se.

Expliquemos, que parece que a bota não diz com a perdigota. Há uma difernça importante. Na cabeça do fulano, há contratos e contratos, de um lado os assinados pelo seu bem-amado ex-chefe Sócrates, do outro os subscritos pelo pai de todos os males, Passos Coelho. No primeiro caso, há que respeitar, no segundo, “reverter”. É o esplendor da "palavra" socialista.

Em alternativa, se o Costa fosse capaz de dizer a verdade, comunicaria aos indígenas que respeitava os contratos porque, fazendo o contrário, se arriscava a ser condenado a indemnizações monumentais. O que, aliás, vai acabar por acontecer no caso dos transportes. O Centeno disse-lhe que nem pensar, os contratos do Sócrates têm blindagens à la manière.

Mas dizer verdades não é especialidade que esteja em vigor, o que está em vigor é a propaganda.

“Os contratos da energia são para cumprir, nós cumprimos os contratos”, disse ele. Pois, dizia a minha prima, que gostava muito de dizer coisas.

 

6.12.17

LEITURAS

Mais uma importante notícia sobre os brilhantíssimos resultados da política “educativa” do Mário Nogueira e do seu amigo e aluno, o barbaças  da educção: a qualidade da leitura das criancinhas do quarto ano está em trigéssimo lugar entre cinquenta países avaliados, Burkina Fasso incluído. Dois anos de geringonça provocaram uma queda de onze lugares na classificação.

O campeonato continua, as perspectivas são negras, mas os treinadores são os mesmos e os jogadores andam na rua aos gritos em vez de dar corda às botas.

 

6.12.17   

MALDADE E BONDADE

Em Abril, o senhor de Belém declarou que a eleição do Centeno para o Eurogrupo era porque Portugal precisava de ter por cá o ministro das finanças. Aqui há dias, disse que era boa. Coerência e firmeza de opiniões. Conclui-se que, sem margem para dúvidas e segundo a actual opinião de Sexa, o Centeno já não faz cá falta nenhuma.

O IRRITADO não faz a menor ideia se, para Portugal, será bom ou mau - o mais provável é ser igual ao litro. Mas, para a Europa do Euro será uma maravilha. Todos os ministros da finanças aprenderão a tirar macacos do nariz e, mais importante ainda, a comê-los, o que constitui uma inigualável mensagem para os nutricionistas da zona que tanto lutam pela higiene alimentar dos europeus. É certo que o facto ficará conhecido como o ponto mais alto do eventual mandato do ilustre português. Alegremo-nos.

Para além da importantíssima gestão dos macacos do nariz, Centeno ensinará aos seus pares a quadratura do círculo em versão geringôncica, isto é, o remédio para todos os males, a euro-panaceia: se faltar dinheiro para pagar votos, não há problema, corta-se na saúde, na educação e noutras miudezas do género, mais umas cativaçõezinhas, uma reversões à la carte, e está o problema resolvido. Se bem seguida esta doutrina, todos precisarão de resgates, o que levará à igualdade, deixará de haver Europa do Sul e Europa do Norte, continentais e periféricos, uns a uma velocidade outros a outra. Tudo teso e feliz, como no tempo do doutor Salazar.

Soube agora que, à primeira contagem, o homem não passou. Se, em definitivo, não passar, ganhará juízo. Se passar, perderá o juízo que lhe resta.

 

4.12.17

DEMOCRACIA FOLCLÓRICA

 

Uma coisa ficamos a dever aos canalhas da Autoeuropa: a descoberta das vantagens da democracia referendária.

Os tipos tinham uma comissão de trabalhadores que, há anos, negociava com o patrão com bons resultados para as partes. Mas a comissão resolveu pôr a votos o seu último acordo de empresa. O Arménio viu a oportunidade. Depois de comunicar com o comité central, pôs a sua mesnada em acção. Referendou-se o acordo. Resultado: com ele, caiu a comissão. Passaram uns meses. Nova comissão foi eleita, negociou outra vez, e chegou a acordo. Mas, apesar de eleita e representativa, considerou, ou foi-lhe imposto pelos arménios lá do sítio, que havia que referendar o novo acordo. Nova oportunidade para o Arménio. Intriga daqui, intriga d’acolá, e o novo acordo também foi chumbado. Dizem que o comité central, sempre justo, lhe vai dar a Ordem de Lenine.

Postas as coisas em termos gerais, o que por duas vezes se passou foi a condenação da democracia representativa, isto é, o pessoal elege representantes, mas não lhes reconhece representatividade: a rua é que é bom, mesmo que isso, mais que prejudicar o patrão, prejudique os que estão na bicha para o emprego (é a solidariedade proletária!) e os que estão empregados, dê cabo dos restos de confiança de investidores atentos e leve o gigante germânico a pôr de lado este jardim em matéria de projectos.

Para alguns ilustres frequentadores deste blogue, aqui temos um exemplo de como funciona a democracia referendária.

 

4.12.17

 

PORTUGUESES CELEBREMOS

Uma das raras coisas positivas que a geringonça fez foi restaurar o feriado da Restauração Independência.

O pior é o resto, isto é, em termos públicos, as “comemorações” não existiram. Foram, por obra e graça da RTP, substituídas por uma manifestação de professores docemente patrocinada por SExa de Belém. Ninguém sabe, viu ou ouviu o que se terá passado na praça dos Restauradores, a não ser, é claro, vergonha das vergonhas, que a “oração de sapiência” foi pronunciada por um palhaço que, dizem, é ministro da defesa. Reconheço que a “reportagem” nos poupou a ouvir exercício de sabedoria do fulano, o que é de louvar. E até, ó maravilha, nos mostrou uma senhora professora a fugir aos beijinhos do nacional-beijoqueiro. Estava ali para a berraria, não para cenas de “afectos”.

É de perguntar ao senhor Ribeiro e Castro e a outros lutadores pela ressurreição do feriado se foi para isto que lutaram. Espero que tenham a patriótica atitude de condenar publicamente o “serviço” público da RTP e a escolha do orador, pelo menos com tanta energia como a que usaram para defender esta “reversão”. Isto, apesar de saber quão inútil é ter esperança no que de “público” se passa e faz na tristeza socialista em que vegetamos.

  

2.12.17

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