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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

TROCAS E BALDROCAS

 

Segundo o nosso admirável primeiro-ministro, conhecido usurpador, o dinheiro para os professores, que tinha prometido, vai ser aplicado na reconfiguração do IP3. O que os restantes penduras (polícias, magistrados, militares, etc.) queriam deverá ir para a EN125, ou para outra coisa qualquer que possa servir de desculpa de mau pagador e de palavra desonrada. A ver vamos se o tal IP3 não é esquecido, como de costume.

A afirmação da Excelência em apreço foi proferida para agradar à malta do chamdo interior que, diga-se, tem toda a razão no que se refere à tal estrada. Só que a desculpa oficial não cola, mistura alhos com bogalhos, é uma baldroca como outra qualquer, como tantas que são especialidade da criatura.

Passos Coelho não se enganou em relação ao diabo, só se enganou na data da chegada. O mafarrico acabou por rindar por aí, e o casalinho Costa/Centeno, por mais que puxe o cobertor já não consegue agasalhar a clientela. Ou ficam os pés de fora, ou fica a cabeça.

Apesar do turismo, das exportações e de outras coisas boas que, apesar do governo, têm acontecido, e mesmo com a ditadura fiscal em vigor, não há dinheiro para custear a famosa “devolução de rendimentos”, feita sem tino e muita propaganda. O que o PM veio dizer foi que a austeridade, que, oficialmente, tinha declarado extinta, está aí e está para durar.

Como consolação resta saber-se que podia ser pior se se fizesse a vontade às esquerdoidas e aos bolchevistas.

 

3.7.18

PROBLEMAS DE ESTACIONAMENTO

 

A dona Madona anda a fazer das suas. Depois de gastar largos milhões – e propõe-se gastar mais alguns – precisou de estacionar os seus automoveiszinhos e tratou, para o efeito, de falar com o Medina. Acontece que a Câmara tinha nas trazeiras da casota da senhora, o espaço ideal para o efeito. Parece que não o cedeu de borla, antes cobrando uma quantia que, se fosse o dobro, não seria escandalosa.

Até aqui, tudo mais ou menos bem. A dona Madona é uma mais valia para a cidade, disso não tenho dúvidas. Deixem-na andar por aí à vontade, que os tostões dela são tão bons como os dos outros, não chateia ninguém e, pela publicidade gratuita, dá indesmentível lucro à cidade. Por isso que, na opinião do IRRITADO, não é demais dar-lhe o privilegiozinho de estacionar as viaturas em terras da cidade, ainda por cima pagando barato, barato mas pagando.

Não percebo lá muito bem, nem lá muito mal, o histerismo do CDS contra a cedência, paga, dos lugares. Os munícipes, que pagam bem menos à empresa soviética chamada EMEL, não têm que se queixar.

Enquanto “cantora”, não tenho admiração especial pela senhora. Ouvi-a uma vez, há uma carga de anos, em Nova Iorque, a cantar o Don’t cry for me Argentina. Fantástico! Depois, fui vendo as suas apalhaçadas exibições, e deixei de ir à bola com ela. Mas, que diabo, é uma figura de expressão universal que dá a Lisboa a honra de a escolher.

O que quer o CDS? Que ela seja igual aos outros. Se ela tem quinze lugares de estacionamento, porque não havemos de ter nós também? O problema é que ela não é igual aos outros. Sê-lo-á em termos de direitos civis, mas não o é enquanto “personalidade”. A Câmara, o governo, o presidente, põem-se de joelhos perante o senhor Aga Khan, ou o senhor Ronaldo, por que carga de água não se devia dar, sequer alugar, uns lugarzinhos à dona Madona? O que é isto? Eu respondo: é um bando de parolos armados em partido político.

Se o PC for contra, aceito. Dona Madona é rica, portanto indesejável. Se o BE for contra, que remédio, a senhora, que conste, não é lésbica, nem tem outra especialidade do género, nem anda no metoo ou em pantominas do género. Mas o CDS? O que é que lhes deu no toutiço?

Como sabe quem me lê, não tenho ponta de apreço ou de admiração pelo camarada Medina. Mas confesso que, na circunstância, tem todo o meu apoio.

 

3.7.18      

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