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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

NOTAS DE FIM DE SEMANA

 

3 notáveis opções:

- Sei do caso de uma mãe que, preocupada com a alma do filho, lhe escrevia para a famosa ZIN, em Angola, no tempo da guerra, dizendo isto: meu filho, antes morrer às mãos do inimigo que cair nas tentações do demónio.

- Um elemento da direcção política de Adriano Moreira, no CDS, saco de gatos da época (1985), dizia-me, prevenindo o futuro: antes nós e poucos do que eles e muitos. Sábio prognóstico.

- Dona Manuela, cheia de tremuras, declara que prefere que o PSD tenha pior resultado nas eleições do que um rótulo de direita. Se o Rio ganhar ao Montenegro, dona Manuela verá realizados os seus desejos.

*

O camarada Costa, como é sabido, andou no Pinhal de Leiria a plantar sobreiros. Os sobreiros morreram. A demagogia e a propaganda foram, por uma vez, vencidas. Já o Senhor Dom Dinis sabia mais de silvicultura que Costa e seus sequazes.

*

Não há que discutir a lei da saude. A chamada ministra da coisa já disse como é: não se trata de saúde, é uma “questão ideológica”. Com gente desta não se discute.

*

Em Lisboa, nem um dos investimentos pomposamente anunciados pelo Medina como aplicação da taxa de turismo, se realizou ou está a realizar-se. Onde foi parar o dinheiro?

*

Ângelo Correia, em tempos tido como “pai” de Passos Coelho, não só passou anos a criticá-lo como agora, de forma soez, se atira agora  às canelas do Montenegro, tido este como “passista”. É de perguntar se Passos lhe deu cabo de alguma marosca mal cheirosa.

 

13.1.19

MISSÃO PATRIÓTICA

Parece que, finalmente, alguém se propõe pôr fim à desgraça política que tem sido a liderança de Rui Rio no PSD. Já não é sem tempo. Nunca, em partido algum, em momento algum, se assistiu a um líder tão ineficaz, tão preguiçoso, tão fora da realidade, tão ausente de estratégia, tão inexistente como este. A sua saída é um imperativo nacional, mais do que uma questão partidária. Não pode ser tolerada a machadada que Rio vem dando na própria essência do regime, ou seja, na possibilidade de alternância no poder. O apagamento do partido, a substituição do conceito de oposição pelo de colaboracionismo acéfalo, que só provoca o desprezo e o riso do adversário, a ausência total de propostas mobilizadoras, o não diálogo com o eleitorado tradicional, a estulta/idiota procura de eleitorado em franjas da esquerda, o centro e a direita abandonados, tudo aponta, imperativamente, para o regresso de Rio à sua vidinha e para que asssuma o seu inacreditável falhanço.

Há por aí quem compare Rio com Seguro, o caso dum e o caso doutro. Nada mais falso.

No caso Seguro, Costa, altamente comprometido com os governos e com a personalidade de Sócrates, conseguiu defenestrá-lo. O “defeito” maior de Seguro era não compartilhar de tais compromissos. Tinha ganho duas eleições seguidas (“poucochinho”, na “vertical” opinião de Costa), não não contava, o que contava era a sede socratista de poder. O resultado da refrega (vitória de Costa) foi, e é, um sinal claro da honestidade do PS e do seu “eleitorado” interno. Numa palavra, substituiu-se um chefe honesto por outro, que conseguiu perder as eleições que tinha todas as condições para ganhar. O que se seguiu toda a gente sabe: imperoru o conceito de moral republicana da turba costista.  

No caso Rio, a história é outra. Rio nada ganhou, nem podia: em compensação, dedicou-se a preparar diariamente, por acção ou omissão, uma retumbante derrota. Está à vista de todos.

Pôr termo ao descalabro é missão patriótica. Veremos.

 

11.1.19

MARCELADAS

É sabido que a direcção da política externa é competência do governo. O que não quer dizer que o Presidente da República se abstenha de opinão, ou não tenha poder para tomar as suas decisões.

No caso do Maduro, indivíduo execrável a todos os títulos, condenado por todas as democracias do mundo, não há forma de não ter opinião. Maduro é fautor e resultado da postura criminosa de todos os socialismos radicais, desta feita mais uma vez em versão sul-americana.

Perante a hipótese de o nosso Presidente ir celebrar a “vitória eleitoral” do bandido, o professor opinou que aguardava a opinião da geringonça. Isto é, faria o que a geringonça mandasse.

À exepção do BE e do PC, o mundo que não idolatra o socialismo denuncia a ditadura venezuelana. Mas o nosso Presidente tem dúvidas, aguarda ordens, espera por instruções. Felizmente, no caso, as instruções vieram de Bruxelas. Caso contrário, parece que nos arriscávamos a vê-lo aos beijinhos ao Maduro e a chamar-lhe hermano.

 

10.1.19

O QUE DEVEMOS AO RIO

Vasto é o abismo do que devemos ao senhor Rio.

Verdade é que, ao ver as personalidades de topo da direcção política do PSD eleita no congresso do partido, claro ficou que estávamos (nós, o país, a alternância democrática) perante um terrível fenómeno de incompetência, se não coisa pior. À cabeça, boa parte daquela gente deitava por terra a primeira promessa do novo líder: a de defender a “Ética”. É que a moral política, a que chamam ética, já foi mote de muita gente e, desde os tempos do general Eanes e do seu PRD, deu sempre mau resultado. A moral não se declara, pratica-se, faz-se perceber por actos, não por declarações. Não se faz “ética” com fragas e malheiros.

Em vez de fazer frente ao adversário, Rio decidiu oferecer-lhe apoios e abriu-se a consensos com ele. Em vez de desmascarar a tramóia esquerdista que, mais uma vez, nos está a levar à ruína, não a pôs, diariamente, em causa: deu-lhe a mão. Em vez de reconhecer a gigantesca obra de Passos Coelho – que não apregoava “ética” mas praticava-a de sobra –, esqueceu-a. Em vez de criar alternativa, quis continuidade.  Em vez de se opor, pendurou-se. Em vez de ir buscar gente com saber e garra, arranjou quem, ou não presta ou não tem estaleca política, nem presença mediática, nem carisma, nem nada que possa criar um espírito de vitória, de confiança, de valer a pena.

O problema alargou-se. Dentro do partido, haverá alguém, mesmo dos para tal fazem um esforço, que nele, Rio, acredite? E fora? Os que, nas últimas legislativas, se viram enganados pela frente de esquerda, os que esperavam uma oposição digna desse nome, merecedora de alguma esperança, olham o vazio que, à sua revelia, se instalou no centro-direita e na direita. O CDS não avança um milímetro, o que se compreende. Do PSD não se sabe o que resta. O sector divide-se em partidecos, partidinhos e brincadeiras várias.

Talvez nos valha a fundada esperança de que a geringonça se suicide. Na presença de adversários como Rio, o fim disto só será possível quando o PS sossobrar à força da destruição que está a provocar. Nessa altura estaremos todos, como ele, arruinados.

Rio não percebe que a culpa é dele. Não percebe que, sem alternativa forte, pouco haverá de parecido com democracia.  

Não sei o que fazer, mas sei o que aí vem. E sei a quem o devemos.

 

10.1.19

AEROPORTOS A DAR COM UM PAU

Quantos aeroportos já tivemos, devidamente badalados, desde os tempos do Pinto de Sousa? Perdi-lhes a conta. Algum aeroporto se fez ou está a fazer-se? Quantos anúncios, para sim, para não, para assim assim, para nem por isso? Quantas sessões de “esclarecimento” se fizeram? Quantos debates? Aeroporto: nenhum.

Uma semelhança une essas oficialíssimas coisatas: eram todas mentira.

Após prudente intervalo nos tempos do governo legítimo, veio a geringonça. Três anos passaram. Dada a urgência do assunto, volta-se à estaca. Com pompa, circunstância, jornais, vasta cópia de autoridades e de alegados governantes, televisões, requintadas assistências, foguetes e paragonas, vem o chamado primeiro-ministro anunciar mais um. Um aeroporto que é a decisão final, sem mais discussões ou tergiversações, há quem pague (dizem), está tudo nos conformes, não há recuo nem alternativa.

Muito bem. Com um pequeníssimo senão: um estudo de impacte que ninguém conhece. Assinou-se um contrato sem que nenhuma das partes tenha a certeza de vir a poder cumprir.

Acreditam nisto? Eu também não. Jamais.

 

10.1.19

TÁ LÁ?

 

Começo por uma declaração de desinteresse. Nunca vi a dona Cristina Teixeira, perdão, Ferreira, nem em pessoa nem na televisão. Mais. Até há pouco, nem sequer sabia da existência da criatura. De súbito, porém, aí está ela em todos os jornais com a notícia da sua transferência milionária da TVI para a SIC.

Cedo à pressão dos media. Confesso a minha condenável, intolerável, ignorância. Podem dizer, com toda a razão, que vivo noutro planeta, ou mesmo nalgum pedregulho que ande por aí aos tobos no espaço sideral. A verdade é que não me lembro de alguma vez ter aberto o aparelho antes das oito da noite.

Parece, porém, que há milhões de portugueses (e de portuguesas, como diria o dr. Balsemão e outros mais à esquerda e mais à direita) que usavam passar as manhãs ocupadíssimos e entretidíssimos a ver a dona Cristina e o senhor Goucha a dizer inanidades na ditatorial pantalha. A verdade é que não consta que fossem todos ou desempregados ou donas de casa à antiga.Onde iriam buscar o tempo? O que fazem na vida é um mistério que as hordas de sociólogos que por aí vegetam poderiam desvendar.

Adiante. A minha falta de solidariedade para com as massas é patente. De tal forma que não consigo aceitar sem repugnância que o Presidente da III República tenha o desplante de telefonar à mulher, durante o programa para que todos o ouvissem, e entrasse em directo no ar para lhe  deixar os seus elogios. O dr. Balsemão, velho amigo de sua excelência, deve estar desvanecido e grato com a evidente publicidade gratuita e “institucional” à sua tremelicante organização.

Não faço ideia do que possa passar pela cabeça privilegiada do Doutor R. de Sousa para usar a sua função em publicidade a televisões, a programas, ou a meninas maduras e louras. Parece que essa boutade do presidente de todos os portugueses pode levar a exibições do tipo. Mas o meritório constitucionalista em causa devia saber que a Constituição não lhe dá tal título, nem tal função: nela está explícito, preto no branco, que o senhor de Belém é Presidente da República e de mais coisa nenhuma.

Mas que passe: aceite-se a boutade, por conveniência do texto. Mesmo assim, por que carga de água deverá o tal Presidente da tal República, sem desrespeitar o seu próprio estatuto, ir tão longe em matéria de popularuchismo?

Mais uma vez fica a questão à disposição dos politólogos, sociólogos, etceterólogos da nossa praça.

 

8.1.19

ENCRAVINHADOS II

Aqui há tempos, quando o actual ministro de defesa - pelo menos assim chamado -, a respeito do caso de Tancos, declarou que, nas Forças Armadas não há inventários, o IRRITADO brindou-o com uma nota em que nos declarava “encravinhados”. Isto no sentido de dizer que pode parecer que, em vez de se substuir o seu triste antecessor, se tinha arrranjado outro de igual inteligência.

O embaixador Cravinho vinha rodeado de uma certa aura, parecendo estar à altura da função.

Mas parece que não. A sua segunda aparição pública digna de nota cifra-se por um tweet destinado a condenar a exibição televisiva de um notável díscolo, um artista da porrada, um tipo que não representa nada nem ninguém. Qual Trump, o homem vai para as redes sociais declarar a sua indignação, assim se misturando com a corja de tremebundos que dizem temer o fascismo, mas que servem, objectivamente, para chamar a atenção para aquilo que dizem querer evitar. Como o tal "fascismo" é coisa que não tem qualquer expressão política ou social entre nós, é a corja esquerdista que a cria.

Acontece como com todos os ditadores ou a tal pretendentes: precisam criar o inimigo externo - exista ou não - para se justificar.

Ficámos ainda mais encravinhados do que já estávamos.

Quando tiver pachorra direi mais umas coisas sobre este assunto.

 

8.1.19   

UMA EXPLICAÇÃO?

Do ponto de vista rodoviário, a chamada quadra natalícia foi uma tragédia. Mais de vinte mortos é obra. Não sei se alguma vez a razia foi tão grande.

Um apreciável número de especialistas, uns habituais, outros daqueles que surgem do nada para todos os efeitos, se tem debruçado sobre o tema, oferecendo à plebe opiniões e explicações, quase todas reduzidas a duas: excesso de velocidade e álcool. Os avisos da polícia não serviram para nada.

Arrisco uma explicação adicional de que, julgo, ainda ninguém se lembrou: a falta de comboios. Imagine-se quantos carros, de costume a bom recato na garagem estrela, terão saído para longas viagens. Quantos condutores de domingo terão pegado em calhambeques para fazer centenas de quilómetros, carregadinhos de pessoal, de presentes e farnéis.

Alguém devia tentar uma estatística apropriada, para ir um bocadinho mais longe nas causas de tão grande mortandade.

Da parte do governo, como a culpa não é atribuível a Passos Coelho (vontade não faltaria...), explicar-se-ia tratar-se de uma consequência infeliz de um facto positivo: os portugueses, cheios de dinheiro, afogados em recuperações de rendimentos, viajaram mais tal foi a alegria que a geringonça lhes proprcionou, esqueceram cautelas, e vogaram num contentamento que os tornou mais imprudentes.

Do lado dos irritados deste mundo, a explicação é outra: a total incapacidade da geringonça de gerir greves, de ter comboios em condições, de impor serviços mínimos e requisições civis, de fazer fosse o que fosse para travar atitudes sindicais objectivamente anti-cívicas, abusos de direito, exageros corporativos.

A tal estatística, ou estudo, seria útil, mesmo que fosse para demonstrar que o IRRITADO não tem razão. Mas o mindinho diz-me que não haverá nada disso. O direito à greve é sacrossanto.

 

3.1.19

ENGANOS

 

Aqui há tempos, dizia-me um tipo que tem uma oficina de automóveis: “calcule você que a minha filha se licenciou em psicologia há um ano e que, até agora, só arranjou lugares de babysitter!”

Pois é, o homem estava indignado. Tinha pago um curso superior a uma filha, rapariga inteligentíssima e estudante aplicada, para a ver a ganhar uns tostões miseráveis, precários e à hora! Uma “doutora”, imagine-se! Carradas de razão.

*

Segundo a imprensa de ontem, foram abertos pelo Estado 40 vagas para psicólogos e outras tantas para nutricionistas. Concorreram a tais lugares 2849 psicólogos e 1082 nutricionistas.

Muito diz isto sobre o estado do ensino superior, há longos anos “vendido” às pessoas como qualificação para emprego, sobre a elevação de certos cursos à categoria da licenciatura, sobre a catadupa de ilusões que se têm atirado à cara das pessoas sem qualquer correspodência com o mercado de trabalho, existente ou previsível. Veja-se no que deu o abandono do ensino profissional, inculcado na cabeça de cada um como “inferior” (mesmo que dando a cesso a outros voos), sob uma espécie de oficial desprezo, ainda que mais eficazes na sua relação com a procura.

Onde irão o Estado e as empresas meter os cerca de 4.000 licenciados que ficaram de fora das escolhas? Em parte nenhuma. Se calhar, se fizessem alguma coisa útil e necessária, tinham emprego.  Mas foram enganados pelo Estado todo poderoso, mais interessado em estatísticas para a “Europa” ver do que na economia do país.

O resultado é que há um número aterrador de jóvens enganados que não sabem como hão de descalçar a bota que lhes meteram no pé.

 

3.1.19

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