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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

A GRANDE ALGAZARRA

Andava o senhor Rio às compras na Rua de Santa Catarina enquanto, lá na mourisca Lisboa, as suas meninas, de braço dado com as esquerdoidas e as bolchevistas, cozinhavam o seu fim. Seis deputadas, a relatora do PC, a inspiradora do BE, uma desconhecida do PSD, outra do CDS, mais duas que não sei donde, sob o olhar embevecido de dois desconhecidos, selavam a certidão óbito dessa coisa parva em que o Rio transformou o PSD. Parece que, numa cadeirinha que não ficou na fotografia, estava o xarroco Nogueira, a lamber os beiços e a palitar os dentes.

Ao mesmo tempo, dona Assumpção (não sei se com “p” se sem ele, mas mais vale errar por excesso que por defeito)  estava a escolher guardanapos no Paris em Lisboa.

Depois, foi a grande farra.

Os partidos comunistas, a correr, vieram gritar que a geringonça estava firme e de boa saúde, não fosse o Costa repreendê-los. A culpa era da direita, e tinham razão.

O PS fez o mesmo, a culpa é da direita, como reza o vademecum do Rato em relação a tudo e mais alguma coisa. Nada de novo, a confirmar que a geringonça está de boa saúde.

O Rio apareceu, não se sabe onde, a dizer que, primeiro, ninguém sabia ao certo o que tinha sido votado e que, segundo, não havia problema nenhum, há dinheiro para pagar ao xarroco, ainda que não se saiba nem quando nem como.

Dona Assumpção atacou em força, sem perceber que ninguém a percebia.

Salta o Costa e, agradecido, diz que se vai embora se a pessegada atingir os seus objectivos. Mentira. É evidente que não se vai embora: faz um brilharete sem dizer que ficará em gestão, sem responsabilidades, até depois das eleições, as quais serão mais ou menos na mesma data que seriam se não houvesse “demissão”.

O Marques, esse, mandou uma garrafa de tinto ao Rio e um ramo de rosas à Asssumpção, agradecendo a acção de campanha que tanta falta lhe fazia.

Consta que o senhor de Belém, com os seus assessores, prepara com todo o cuidado mais umas sessões de beijocas.

Não há quem saiba quanto custará a tão famosa lei. Dou um doce a cada português que tenha percebido a catadupa de milhões: são cem, mil, cinco, quatrocentos e trinta e dois, ou o que der na cabeça de cada um. O melhor é desistir: todas as opiniões são da maior confiança, a começar na do Centeno, a acabar na do Zé Quitolas.

A Pátria segue o seu caminho nos doces braços da esquerda radical e das mariquices da direita. Tudo nos conformes.

 

4.5.19

QUAL CRISE?, DISSE ELA

O chamado governo, muito indignado com a contagem do tempo dos professores determinada pela Assembleia, desatou a sugerir a sua própria demissão. Parece que estes ventos de crise política assustaram muita gente. O IRRITADO ficou esperançoso como há muito não estava. Isto, é claro,mais não é que wishful thinking, sem importância nenhuma.

Importante foi o terror imediatamente manifestado pela chefe das esquerdoidas. Tremebunda, aflita, veio declarar que não haveria crise nenhuma, que a geringonça não tremia, que esta arrancada “da direita” não tinha significado nenhum que não fosse isso mesmo. Coitado, o PS caiu na armadilha. A esquerdoida–mor assegura que jamais, jamais, abdicará do seu lugarzinho dentro do poder, almejando, com toda a justiça, continuar nele depois das eleições, quem sabe se com um ministeriozinho, que bem merece.

Declaração de desinteresses: na opinião do IRRITADO, o parlamento fez asneira. Os professores, como têm demonstrado à saciedade, não merecem a distinção oferecida, e esta, formulada em esconços termos, é virtualmente irrealizável. Valha-nos isso. Rezam as estatísticas que são dos mais bem pagos da União Europeia, e dos menos bons. Deixando-se guiar por um bolchevista demagogo, irresponsável e trambiqueiro, em pouco ou nada deveriam ser distinguidos dos demais.

 

3.5.19

CDS/LGBetc.

Uma coisa é não ter nada de especial contra as múltiplas disfunções sexuais que por aí vicejam. Aceite-se. Outra, totalmente diferente, é pressionar a sociedade para a louvaminha, a propaganda, o endeusamento, o engordar  do número de atingidos por tais disfunções, passando elas, saídas de erros da da natureza ou de perversas opções, a ser farol de cidadania a preservar e propagar.

Tratando-se de matéria dita fracturante – porque destinada a “partir” ou desmoralizar a sociedade - é natural que gente do calibre das esquerdoidas do BE se assanhe na nobre tarefa de erigir tais disfunções em exemplo social a seguir e admirar.

Mas, quando vemos o CDS, na sua versão “maluquinhas de Arroios”, propor transformar a cidade, via passadeiras de peões, em outdoors do LGBetc., riremos da maluquice ou diremos que, no paninho oportunista e parvoide das autárquicas vestes do CDS, caiu o mau cheiro da nódoa LGetc.?  Pararemos estupefactos ante a estupidez centrista em vigor em Arroios, ou diremos à dona Cristas que baixe a crista?

Difíceis opções. Ou não?

 

2.5.19   

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