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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

POSTS DE DOMINGO

UMA BOA NOTÍCIA

Resistindo à monumental barragem que, à volta da sua candidatura, foi feita pela chamada informação (jornalistas, comentadores e outros esquerdistas mascarados de independentes), Montenegro arrasou o colega Moreira da Silva. Haja quem diga “ainda bem!”, e o IRRITADO está nessa.

A escolha era simples: ou se votava na continuidade da submissão do partido às asneiras dos socialistas e na destruição sistemática e propositada do PSD levada a cabo pelo mais desgraçado líder da sua história, ou se recuperava o partido do estado comatoso e indigno em que por ele foi mergulhado, apostando num líder que se propunha pegar no que resta e projectar, sem complexos, um futuro decente. Ou o país passava a ter uma oposição lutadora, ou mergulhava em “causas” populares mas ruinosas. Ou o país tinha hipóteses de recriar uma alternativa nacional, ou metia-se em patacoadas universais do tipo “salvar o planeta”, com o aplauso e a cumplicidade do PS. Ou o partido se entregava a um tecnocrata inteligente mas afunilado, ou elegia um político com ideias pelo menos vigorosas.

Não sei se o Montenegro vai triunfar, no partido e no país. Mas sei que, enfim, há uma hipótese...

Declaração de interesse: o IRRITADO não é, nem nunca foi, filiado no PSD.

  

UMA NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA

Uma estimável organização, prenhe de altas figuras científicas, técnicas e políticas, INCF de seu nome, dedicou-se à meritótia tarefa de estudar a biodiversidade. Nada contra, acho bem.

Dos objectivos, constatações, realizações e triunfos elencados, como referidos no “Expresso”, cumpre sublinhar este: sob a epígrafe “sequestro do carbono”, aparece a seguinte observação: Um dos papéis essenciais das flotrestas é a captação do carbono. Em Portugal, o pinheiro-bravo e o eucalipto são as espécies mais eficientes neste processo.                        

E esta, hem! O negregado, odiado, acusado, condenado, eucalipto, lado a lado com o pinheiro, é o maior sequestrador de carbono do país!

Deve ser por isso que andam a proibir os eucaliptos, ao ponto de os mandar (e aos milhões que para cá trazem) para a Galiza. Os espanhóis agradecem, e nós por cá todos mal.

 

INCURSÃO FUTEBOLÍSTICA

Vi ontem a final da Taça dos Canpeões. Uma demonstração de bom futebol, apesar da monumental injustiça do resultado. De tal maneira injusta que até os catedráticos da bola o reconhecem!

O que me traz não é, porém, o jogo, ou a tal injustiça. É a abertura da “festa”. Iam defrontar-se uma equipa inglesa e uma espanhola. A abertura consistiu num num pavoroso “ballet” espanhol, inultrapassável demonstração de mau gosto, uma gajas a sacudir o físico, uma cantora, coitadinha, sem físico nenhum, aos gritos, num linguarejar ininteligível. Uma vergonha sem nome.

Não sei onde foram buscar aquela gente, mas calculo, sem exprimir o cálculo.

 

29.5.22

DO ÓDIO

O pernicioso senhor Tavares seguiu as pisadas do PS na Câmara de lisboa, e até se lhe adiantou na obra de destruição democrática há longos anos nela praticada pelo partido dominante.

Para quem se lembra do que foi o “trabalho” do PS na Assembleia Municipal e na vereação do tempo de Santana Lopes, dúvidas não restam de que, com Moedas, vai ser pior, já é pior. Naquele tempo, foi a tenebrosa perseguição ao túnel do marquês que havia de custar mais de cem milhões ao município, foi a destruição do projecto do Parque Mayer, com o fim do casino e da obra de Ghery, com a monumental vergonha que, vinte anos depois, ainda está patente em Entrecampos e no moribundo Parque, com a perseguição a Carmona Rodrigues, pobre dele, insultado, vilipendiado, perseguido criminalmemte, com mais centenas de milhões de prejuízo, foram as acusações de gestão todas com pés de barro mas capacidade de empatar e perseguir, foi a perseguição diária, diria tresloucada, contra tudo o que fosse iniciativa da maioria, num nunca acabar de ódio, de malquerença, da mais anti-democrática e ruinosa atitude.

Agora, por iniciativa do pernicioso Tavares, aí temos os dez quilómetros à hora a menos e o fecho da Avenida aos fins de semana. Duas propostas malucas, mas capazes de levar atrás de si os ódios do PS (apesar de tudo, ainda há quem pense que o PS é um partido civilizado) e do resto da oposição, de quem nada de bom se pode esperar.

Esta gente, na ânsia de boicotar o exercício legítimo do poder do Presidente, usou a maioria na vereação para se apoderar do poder executivo que não tem, ou não tinha, num alarde de ilegitimidade que só o ódio pode explicar.

Como o IRRITADO teve ocasião de dizer logo que foram conhecidos os resultados eleitorais de Lisboa, Moedas jamais conseguirá exercer o cargo para que foi eleito com a liberdade, e a responsabilidade, que lhe são próprias. Desta gente nada de bom, de legal, de legítimo, de sério, se pode esperar.

 

26.5.22        

MAIS 20 MILHÕES

20 milhões em 6 meses, ou seja, 40 milhões por ano. Pelo menos é o que consta no admirável orçamento do Estado. 40 milhões de baixa de impostos? Nem pensar. Mais 40 milhões/ano é o um novo e respeitável imposto. Trata-se, ao que é possível imaginar, de modesta contribuição para a descarbonização, o arrefecimento do planeta, as alterações climáticas, os problemas do CO2, outro generoso quão modesto contributo dos portugueses para honrar tão altos fins e resolver tão ingentes problemas. Os milhõezitos em causa provirão das caixas dos hamburgueres e de outras vitualhas que os portugueses (um bando de inconscientes) compram, embaladas em plástico.

O Estado podia, se não fosse tão socialista e quisesse acabar com  tais caixinhas, proibi-las, dando aos canalhas que as fabricam ou utilizam um prazo para as substituir. Mas não, oportunidades de saque são coisas que o Estado que temos não perde. Por isso, há que taxá-las como já se taxa os sacos de plástico e, de caminho, os de papel que, mesmo miseráveis, até as farmácias já cobram. Tudo com língua de palmo, isto é, a taxa é cobrada antes da utilização, no fabrico, que a coisa não podia ficar por mãos alheias.

Ainda havemos de pagar pelos esticadores para os colarinhos, pelos clips, pelos elásticos e pelas molas da roupa (sugestões que, graciosamente, como cidadão preocupado e cumpridor, o IRRITADO põe à disposição dos camaradas do governo).

De assinalar ainda alguns pormenores: a ideia inicial veio da da fulana do PAN, com ressalva, é de calcular, para as toneladas de plástico dos túneis das framboesas; fica no ar, para 2023 – haja esperança -, mais uma taxa para as caixinhas de alumínio ou multimaterial com alumínio; e, antes que me esqueça, se a embalagem for de papel mas tiver alguma protecção plastificada para evitar o ensopamento com as gorduras dos hamburgeres, também paga.

A vilanagem agradece, cheia de admiração pelas planetárias preocupações da fulana das framboesas, do Medina e do Costa. Haja respeito.

 

23.5.22

CUIDADOS HUMANOS

Correram já rios de tinta e de antena sobre o que aconteceu ao desgraçado senhor Rendeiro. Há, no entanto, um pormenor sobre o qual ainda nada ouvi ou li.

O homem, condenado ou não, perseguido ou não, era um cidadão português sob autoridade de autoridades estrangeiras, que, segundo é voz corrente e aceite sem restrições nem desmentidos, estava encarcerado em condições infames, indignas de uma pessoa humana, criminosa ou não.

Nestas circunstâncias, seria comum, curial e normal que as autoridades portuguesas, pelo menos as consulares acreditadas no local, se interessassem pelo assunto. A verdade, porém, é que, das notícias publicadas, nem uma se refere ao nosso cônsul, à nossa embaixada ou, evidentemente, às instâncias judiciais interessadas na sua extradição.

O que acontece é que, agora, não há ninguém para extraditar. Pof!

Ninguém se preocupou sobre o facto de o homam estar “alojado” numa prisão de conhecida e reconhecida má fama, numa cela com oitenta criminosos de delito comum, todos uns em cima dos outros, sem quaisquer facilidades sanitárias ou cuidados médicos. Além disso, é evidente que a “hospitalidade” dos “colegas” em relação a um tipo de gravata não era com certeza invejável.

A nossa justiça borrifou no assunto, se calhar por achar que até era mais prático e poupava trabalho se desse ao condenado alguma providencial solipampa, coisa de que ele acabou por se encarregar sem dar satisfações.

O nosso consulado, se é que existe, que se saiba ignorou o assunto. Quando o homem se queixou de problemas de saúde (ignoradas olimpicamente pelos carcereiros e pelos juízes sul-africanos), assobiou para o ar,  presume-se. Não tinha nada com isso.

O homem era um criminoso condenado. Devia ser extraditado para cumprir sentenças judiciais para as quais já não havia recurso. Disso não há dúvida. Mas nada disso devia  fazer com que deixasse de ser um cidadão com passaporte português, por isso titular de algum interesse meramente humanitário (coisa que está na moda) por parte de quem nos representa no local.

Mais uma vez, as nossas autoridades, tão incompetentes ao deixá-lo fugir, manifestaram a mesma qualidade ao não o assistir quando disso precisava.      

 

16.5.22

DA DESEUCALIPTIZAÇÃO

Parece que o governo que temos se prepara para arrendar as propriedades particulares que, no seguimento dos incêndios, se encontram abandonadas. Muito bem. Como? O Estado, através de (mais) uma entidade, e seguindo os seus altos critérios, avaliará as rendas a pagar, assim introduzindo uma prática que consiste em ser o rendeiro a estabelecer o valor da renda. Será mais uma inenarrável trapalhada, como é de calcular. A intenção poderá ser boa mas, a avaliar por inúmeras experiências do passado, não é provável que passe daquilo mesmo: trapalhada.

Diz o senhor secretário de Estado que o o dito Estado é mais competente que os privados na gestão das florestas, o que também carece de prova, não sendo abonatória a experiência do passado, como, por exemplo, ficou patente, e patente ainda está, no pinhal de Leiria.

É claro que os proprietários que o queiram, terão seis meses para repor o ardido ou abandonado, não se fazendo ideia de quando começará tal prazo. Se for como de costume, daqui até à entrada em vigor do emaranhado de leis, portarias e regulamentos que será preciso estudar, propor e publicar, bem poderá o pagode esperar sentado.

E, atenção! Que não lhes passe pela cabeça plantar eucaliptos, que o PC e o Bloco proibiram e o PS acha muito bem, por inextricáveis razões ecocientíficas. Por causa das moscas, há uns papeleiros que já se preveniram: vão para a Galiza, e passam a reforçar as exportações espanholas. Uma consequência da ecopatriótica política económica do governo e dos seus ex-sócios.

Enfim a coisa vai ter que se lhe diga durante uns tempos, que o IRRITADO  estima em décadas. Como, entretanto, o assunto deixará de ocupar as páginas dos jornais, não se preocupem.

Para que não se diga que o IRRITADO diz mal de tudo o que mete o PS, aqui fica que as intenções do senhor secretário de Estado podem, como acima disse, lá no fundo, ser boas. Mas de boas intenções estamos cheios.

 

9.5.22

A MALDIÇÃO

Durante os últimos anos generalizou-se a ideia de que o PSD, ao contrário de uma tradição de décadas, desistiu de ser alternativa ao PS, remetendo-se, sob a desgraçada batuta do senhor Rio, a não passar de bengala das opções “social-democratas” do adversário. Pisando todas as tradições, posturas e mensagens do partido, Rio transformou o PSD num partido de “esquerda moderada” – o mesmo de que o PS se reclama, mentindo - com os tremendos resultados, eleitorais e políticos, que estão à vista de todos. A alternativa liberalizante que, em palavras já hoje históricas, se apontavase para a "libertação da sociedade civil", sossobrou num socialismo castrante cujas consequências são já indiscutíveis: atrazo, ruína económica, ausência de horizontes, governação à vista, irresponsabilidade galopante. De futuro, nada. Com a a colaboração do senhor Rio, as opções socialistas têm resultado no contrário de tal libertação: uma sociedade dependente, desmotivada, castrada, sem iniciativa social, política ou económica, um Estado poderosíssimo, sustentado por uma burocracia inultrapassável, pejado de “instituições” redundantes, limitador, serventuário de todas as demagogias e disparates da moda.

Pior. O senhor Rio demitiu-se sem se demitir e tudo faz para prolongar a sua destruidora obra com nomeações destinadas a manter os “seus” no poder e a cortar as pernas ao seu sucessor. Ideias claras e mobilizadoras da sociedade, zero. Denúncias do ruinoso poder socialista, nada.

Resultado: ausência de oposição, ora entregue à moribunda esquerda comunista. Mas Rio não pára. Deve achar que o partido e o país precisam dele, da maldição em que, com ele, o partido caiu. Uma espécie de loucura, solipsista e ditatorial.

E agora? Agora, há duas hipóteses. Ou o PSD arranja forma de ressuscitar, ou continua tão mal ou pior do que estava. Ou elege um político com garra, imagem, estaleca, passado e futuro – Montenegro –, ou agarra-se a uma nova dose de Rioismo, desta vez ainda pior, com objectivos tão inquietantes e ruinosos como o de “salvar o planeta”, multiplicar os moinhos de vento, os parques solares e outras macaquices, transformar o país num lunático exemplo do respeito pelas modas e pelo aprofundar da miséria em que já vegeta - Moreira da Silva (leia-se o programa deste triste tecnocrata).

Continuar com a maldição ou voltar à vida, eis a questão.

 

8.5.22

AOS MEUS COMENTADORES, OU A ALGUNS DELES

O meu post “Sacudir a água do capote” deu azo a uma série de comentários mais ou menos tresloucados e cheios de primaríssimo ódio ao nosso mundo. Nenhum comentador se debruçou sobre o assunto do texto. Quatro dias depois, no “Expresso”, dona Clara Ferreira Alves, fulana inteligente e conhecedora (apesar de pesporrente e nariguda), veio dizer o mesmo por palavras mais caras e com a palha necessária para encher a página.

Aqui, porém, nem uma palavra, a não ser sobre o “sovietismo”, isto por um comentador que atribui a criação da EMEL a Cavaco! Para seu esclarecimento, aqui fica que a coisa é produto do consulado Sampaio na CML e que o seu fundador e primeiro presidente foi o vereador Bento Feliz, do PC.

Os comentários, que, apesar de tudo, o IRRITADO agradece, foram quase integralmente dedicados a explosões de malquerença (não digo ódio porque a palavra, ainda que adequada, de tão na moda já quase nada quer dizer) ao Ocidente, aos EUA, à NATO, à Europa, ao capitalismo etc. e tal. Entre adeptos do PC, nefelibatas, utopistas e merecedores de outros adjectivos que me escuso de referir, havia um desejo comum: o de que o Putin saia vencedor desta “operação militar”. O resto é palha sem sentido, manifestação de frustração intelectual, ou de total desconhecimento de uma coisa que se chama razão.

Tenho pena que o meu blog seja pasto de comentários destes. Mas, como sempre, não censuro. Digam o que lhes apetecer. Não sou nem salazarista nem putinista.

Bom fim de semana.

 

7.5.22   

 

 

APONTAMENTOS DE 6.5

Um com piada. Atenção alfacinhas: hoje a EMEL está em greve. Comemoremos! Um dia sem os esbirros da caça à multa, dos critérios marados, dos abusos legais, das faltas de educação, do sovietismo primário com que a coisa nasceu e prosperou. Hossana! Viva a greve! Esperemos que os tipos da Câmara não aumentem os beleguins, a fim de termos mais greves.

*

Outro com piada. Os brasileiros, segundo o “Expresso”, querem apoderar-se do coração de Dom Pedro IV. Muito bem. Mandem-lhes um coração qualquer para os consolar. E, se for o do Dom Pedro, que lhes faça bom proveito, no forno, com batatinhas.

*

Outro, sem piada nenhuma: o Brasil ideologicamente entregue aos chacais. Em doce comunhão de ideias e interesses, os senhores Bolsonaro e Lula apoiam sem reservas o camarada Putin e presenteiam o senhor Zelenski com tremendos epítetos. Les bons esprits se rencontrent.

 

6.5.22

SACUDIR A ÁGUA DO CAPOTE

Vivemos num país de capotes encharcados. Mas, grande feito da “alma” portuguesa, somos mestres em sacudir as incómodas águas que o molham. Ao mais alto  nível da Pátria estão vários especialistas doutorados na matéria a dar um lindo exemplo de como a molha é gerida.

Para a recepção “humanitária” de ucranianos, a Câmara de Setúbal contratou dois notórios adeptos do camarada Putin, os quais, prenhes de “solidariedade”, se dedicaram, ou dedicam, a investigar o paradeiro das famílias dos refugiados e a obter outras informações, certamente muito úteis para os seus amigos da embaixada russa.    

Olhem agora as doutas palavras do Presidente: temos entidades que se dedicam a estes casos, não tenho nada com isso. Olhem os habituais dizeres do primeiro-ministro: há quem trate disso, não tenho nada com o assunto. Olhem a bailação do presidente da câmara, ilustre membro do PC, ou dos Verdes, o que é a mesmíssima coisa: vou fazer um inquérito, diz ele. Até o artista/ministro que se diz ser responsável, coitadinho, não deve ter nada com isso.

Ninguém sabe ao certo (uns dizem uma coisa, outros outra) quais as entidades que tratam do assunto. O país é farto em entidades altamente competentes que sacodem o capote para cima umas das outras. É uma arte nacional.

Não há jurista que não diga que, de um ponto de vista legal, administrativo, penal ou outro qualquer, ninguém fez nada de mal.

Portanto, ou o assunto não é assunto, ou o assunto é político. Mas, como sempre, ou como é inveterado hábito da Nação, super aumentado desde que o Costa trepou para o poder, politicamente não há responsáveis, nem culpados, nem nada. Os assuntos chatos são para morrer na praia. O tempo trata disso.

No parlamento, com a impante maioria Costa, mais paleio menos paleio, tudo ficará na mesma. Até que os jornais deixem de achar que o assunto vende. Quando deixar de vender, acabou.

E pronto. Mais entidade menos entidade, as coisas vão acalmar. Ou muito me engano ou, daqui a dois anos, ainda andarão todas a discutir qual delas trata do assunto. Como, entretanto, o assunto deixou de existir, qual é o problema?

Nota final: a putinesca senhora que assessorava o espião do Putin foi “dispensada”. Como bode espiatório, é pouco. Mas, para quem manda, bacalhau basta.

 

2.5.22

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