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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

CRAVINHICES

Não chegam os dedos das duas mãos para contar as trapalhadas em que o Cravinho está metido. De assinalar, com júbilo socialista, é que o homem não sabe, não sabia, não faz nem fazia ideia de nada, tudo lhe passou po baixo, ou por cima, ou pelo lado, não é culpado seja do que for ou participante seja no que for de menos recomendável. Qualquer crítica ou opinião deve apontar para outros que não (jamais!) para Cravinho. Ele é alheio a coisas chatas.

É assim há anos, com Cravinho e com os outros, a começar pelo chefe. Tudo o que está errado ou corre mal é mais provável que o culpado seja o Dom Fuas ou a Maria da Fonte do que do impecável governo que temos.  Cravinho mais não faz que seguir as NEPs do partido.

E temos pela fente mais dois anos disto!

 

30.7.23

OS MILHÕES DA JMJ

Anda para aí um clamor dos diabos contra os 30 milhões de dinheiro público aplicados na jornada católica.

Uma pequena conta:

Partindo da previsão de um milhão de participantes na coisa, supunhamos que cada participante fica por cá 4 dias e que gastará, em média, 25 euros por dia, ou seja, deixa 100 euros no total, o que é um mínimo aceitável. Assim, teremos a entrada de uns 100 milhões na economia, dos quais pelo menos 23 irão para o cofre do Medina. Além disso, recupera-se uma zona degradada em Lisboa e Loures, com evidentes consequências positivas para o país em termos de futuro.

Ao contrário do que acontece com eventos “musicais” onde a histeria colectiva se repoltreia, a JMJ é exportadora e não importadora, o que contribui positivamente para a balança.

Digam-me com razão que só a recuperação do Parque Eduardo VII vai custar um balúrdio, assim como a limpeza da cidade em geral. Não me digam é que o dinheiro nos sai do bolso. Quaisquer contas levarão à conclusão contrária.

 

30.7.23

MEDINICES

Com a indispensável pompa e larga presença nos media, o mui ilustre Medina veio anunciar à grei que “no orçamento de 2024 não haverá cativações”. De um modo geral, a opinião publicada foi ou de aplauso ou de esfusiante alegria.

Duas pequenas observações:

Que o IRRITADO saiba, as cativações não constam do orçamento. São truques para disfarçar os falhanços do dito. Em tempos mais honestos, aprovava-se orçamentos rectificativos. Tal coisa faleceu às mãos do Centeno e do Medina. Cativar era mais fácil, não dava chatices parlamentares, demoras escusadas, as despezas continuavam nos orçamentos mas eram fogo de vista. Se fosse preciso, cativavam-se. O que, quando muito, poderia ser excepção, transformou-se em prática corrente e generalizada.

Talvez que o que o Medina quis dizer (demos-lhe o imerecido benefício da dúvida) foi que, durante a execução do OE de 2024, se absteria de fazer cativações. Assim, cativou os ignaros e fez a sua propaganda. Tudo bem. Em 2024 logo se vê.

Cá estaremos para ver se a propaganda corresponde a alguma verdade, o que há muitos anos não acontece.

 

30.7.23

OLÁ

Atendendo a várias reclamações, o IRRITADO reaparece. Para além da inevitável idade, cientificamente conhecida por PDI, ou sobretudo por chatices de saúde, ou falta da dita, viu-se acometido por tais e tão grandes irritações, que decidiu dar largas à preguiça e ao desalento. Desculpas são devidas aos poucos acompanhantes que já estavam habituados a andar por aqui.

Se querem qualquer coisinha, aqui vai.

Antes de mais uma “homenagem” aos media (a que multidões  de analfabrutos chamam “mídia”-  os mesmos que dizem “ eu a mim parece-me que” em vez de parece-me que, ou “priudo “em vez de período), pela sua impecável submissão ao que está a dar e às prioridades govenamentais, de que darei um exemplo, pescado entre muitos. Assim: repararam que, durante semanas, fomos bombardeados com as pessegadas da TAP, da CPI, do Galamba e de matilhas de quejandos , coisa qua já enjoava, mas que tinha a virtude de chatear os aldrabões e as aldrabonas do governo. Muito me angano ou o que sucedeu foi que esta gente pensou, pensou, e disse “temos que acabar com isto, temos que pôr outra coisa a correr para que esta passe à história”. Uns procuradores, não direi a soldo mas pelo menos cheios de governamental fervor, atacaram o Rio e a sua antiga organização com centenas de polícias e de insignes jornalistas chamados a preceito. Facto é que, de repente, a TAP, a CPI, o Galamba e o resto de tal gente desapareceram das notícias e do “comentariado”. Grande vitória do Costa. Agora, o Rio é que é bom, decretaram os media.  E pronto. De uma assentada acabaram as chatices. Veio o Capitão para animar as artes, vamos a ver que manobra servirá para tirar mais esta dos cabeçalhos. Temos também as notícias ignoradas. Por exemplo, as propostas do PSD (saúde, educação, etc.) boas ou más, não interessa. Não se fala nisso, e acabou-se. Agora temos as trafulhices da Altice, o que é óptimo para o governo que, parece, não terá a ver com o assunto.      

É nisto que por cá vivemos. Lá por fora temos o Putin e o Zelenski, que dão pano para mangas, tempo de antena e novas tarefas para generais reformados. Temos, por exemplo, a OMS, que receitou experiências sexuais às crianças a partir dos seis anos, coisa que em parte alguma foi notícia: nem o BE teve coragem para aplaudir, embora vontade lhe não faltasse. Já ninguém sabe o que é um homem e o que é uma mulher, o domínio do woke é esmagador e universal. Em países menos atrasados começa a haver quem resista, mas sem eco cá no sítio.

Mas há coisas óptimas. Por exemplo, as meninas da bola que foram para a Nova Zelândia e o heróico (não precisa de acento, mas é o que reza o dicionário) nadador, a quem o IRRITADO dá os devidos parabéns. O caso das meninas foi óptimo: Costa queria lá ir, de maneira que foi a Timor apanhar o comboio.

Para já, é tudo, que é o que me vem à cabeça para ver se aqueço o motor.

 

27.7.23

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