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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

OITO NOTÍCIAS FRESCAS

 

I
A Câmara socialista de Lisboa, depois de ter dado um palacete, devidamente restaurado para o efeito, aos meninos ladinos da “comunidade homossexual”, acaba de ceder espaço publicitário de monta para a promoção das mães lésbicas. “Se a tua mãe fosse lésbica, mudava alguma coisa?”, diz a mastrafona do cartaz, com um bébézinho ao colo.
Como a criancinha não pode responder que lhe falta o pai, que tem nojo da mãe, que tem vergonha se ser filha de uma fufa… eis a verdadeira ausência de contraditório.
À nossa custa, como é evidente.
 
 
 
II
Entre 2000 e 2008 emigraram, só para a Suiça, 50.000 portugueses.
Entre 2005 e 2009 emigraram para Espanha uns 130.000 portugueses.
Não sei quantos foram para o Reino Unido, para França, para a Alemanha, para Angola…
E eu que julgava que isso de tudo se pôr a mexer era coisa do tempo da ditadura, anos 50/70, coisa que não viria a repetir-se. Afinal, como o IRRITADO tem dito, pelo menos neste aspecto os resultados do socialismo de esquerda são iguais aos do socialismo de direita.  
 
III
Hoje, os portugueses divorciam-se dezassete vezes mais que em 1975 e casam-se duas vezes e meia menos. Nota-se os resultados das políticas de “protecção da família”.
Neste aspecto, há que salientar que se mede já pelas muitas centenas o número de meninas que vão buscar 600 euros por ano ao erário público, mediante a realização de 3 abortos com direito a “subsídio de maternidade”. Nada melhor como política de reprodução da espécie. Não se sabe quanto, para além dos 200 euros, custa cada aborto, mas é provável que contribua generosamente para o défice da saúde pública…
 
IV
Em Janeiro, o défice do subsector Estado aumentou para o dobro, em relação ao de 2009, cifrando-se na módica quantia de 1.162 milhões de euros. As despesas correntes aumentaram só 14% e a receita baixou só 4,4% apesar de o IVA ter crescido uns brutais 3,6%. O SNS acabou 2009 com um défice de 217 milhões, o que representa um agravamento de 61% e, relação ao ano anterior. Dados da Direcção Geral do Orçamento.
Perante esta brilhantíssima performance, o governo declarou oficialmente que “a recuperação da economia está em curso”. Como se houvesse recuperação da economia que chegasse para alimentar a destrambelhada “gestão” orçamental desta gente.
 
V
Um insigne gestor da coisa pública - um tal Serra - que se ocupa de presidir à “Águas de Portugal”, veio declarar, em clara demonstração de alta competência profissional, que “temos a água muito barata”. Só se for ele, lá em casa, que a tenha de borla, como é hábito nas empresas públicas.
Faz lembrar o grande socialista Nabo que, quando era gestor da PT, aumentou brutalmente os preços dos telefonemas, antes que viessem os privados, como vieram, atirar com tais preços pela escada abaixo. Era, aliás, o que já sucedia por todo o mundo civilizado. Menos por cá.
E ainda há quem fique com a alma toda encaracolada quando se fala em privatizar a água!
 
VI
O Dr. Gonçalo Amaral, depois de ter visto, judicialmente, censurado um livro em que dava a sua opinião sobre o desaparecimento da inglesinha, foi agora judicialmente impedido de divulgar a sua tese (a da morte da menina) "em comentário, opinião ou entrevista”. Assim vai a “liberdade de opinião” em Portugal.
Entretanto, os ultra-antipáticos papás da menina, feitos milionários à custa do seu desaparecimento, continuam por aí tão em grande que até contrataram uma agência da comunicação para dar cabo da vida ao Dr. Amaral. Uns verdadeiros profissionais, com adjuntos, porta-vozes, secretários, etc., tudo o que é necessário para manter a novela (e os fundos) a correr a bom ritmo.
 
VII
O inigualável Almeida Santos veio esclarecer o povo sobre o futuro da comissão parlamentar que vai investigar as manigâncias do governo no caso TVI/PT/Moura Guedes. Diz o ilustre cidadão que a comissão “não vai dar nada”, como tudo o que se tem dito do primeiro-ministro nunca deu nada.
Lapidar! Concordo a cem por cento. Vai ser pura perda de tempo. O que é necessário para que o Parlamento (PS incluído) considere o senhor Pinto de Sousa indigno do lugar para que foi eleito está provado e tornado a provar: está provada a licenciatura à la manière, ao Domingo, etc.; está provada a manipulação de documentos; está provada a construção do Freeport numa reserva natural; está provado que o senhor Pinto de Sousa mentiu ao Parlamento com quantos dentes tem na boca; está provado que nunca adiantou nada de substancial sobre as acusações de que é alvo…
O que mais interessa ao primeiro-ministro é que haja processos judiciais, inquéritos parlamentares, audições, etc., que, como diz, felicíssimo, o inigualável Almeida Santos, é evidente que não vão dar nada. A “defesa” do senhor Pinto de Sousa e seus amigalhaços tem sido sempre a do que é formal, na medida em que pode prejudicar o substancial. Tem sido a exigência da judicialização de tudo e mais alguma coisa, como se a política tivesse alguma coisa a ver com isso. O senhor Nixon, lembram-se?, foi pentear macacos sem jamais ter sido julgado. Mas a América é outra coisa, que não a terra do inigualável Almeida Santos…
 
VIII
O inimigo figadal do PSD que dá pelo nome de Rebelo de Sousa está, coitado, num dilema. Voltar a mandar bocas na TVI uma vez acabado o contrato com a RTP, ou reservar-se para poder vir a chefiar… o PSD!
Como há ainda, no PSD, gente responsável capaz de acreditar neste académico fala-barato, capaz de todas as traições e  de todas as intrigas, é coisa que ultrapassa a capacidade de entendimento de qualquer cidadão minimamente lúcido.
 
2.3.10
 
António Borges de Carvalho

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