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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

RUA, JÁ! II

Parece que já não falta dizer nada sobre a pessegada das habilitações literárias do senhor Pinto de Sousa (Sócrates). A coisa está mais que esclareceida e tornada a esclarecer.
 
E, no entanto, ninguém ainda disse o que importa dizer.
 
Vejamos: o senhor Pinto de Sousa (Sócrates), segundo declarações do seu próprio gabinete, escreveu, pelo seu punho, para os dados biográficos dos deputados, em 1991, “engenharia civil”, em sede de habilitações literárias. Brilhantemente, os seus áulicos servem-se desta sibilina declaração para “demonstrar” que jamais o primeiro ministro se declarou “engenheiro” sem o ser, e “licenciado” sem o ser. Ou os serviços do seu ilustre gabinete ou são parvos, ou querem fazer dos outros parvos. Na opinião dessa gente, declarar “engenharia civil” não quer dizer nem que se é engenheiro, nem que se é licenciado. Perguntarei se quer dizer carpinteiro, trolha, servente de toscos ou físico nuclear.
 
Aqui há tempos, numa sessão sobre o aborto, o senhor Pinto de Sousa (Sócrates) disse “estou aqui como engenheiro”. Não queria dizer engenheiro, dirão os ilustres compagnons de route de Sua Excelência, ainda que não digam o que quereria dizer. Talvez, em linguagem socrapífia, “engenheiro” queira dizer trafulha.
 
O que, de tudo isto, não pode deixar de se concluir, é que o senhor Pinto de Sousa (Sócrates) é um aldrabãozeco de meia tigela.
Importância nenhuma teria que o tratassem por engenheiro. Toda a importância tem que tenha declarado, reiterada e repetidamente, o que declarou.
 
Não interessa para nada saber se houve confusões na Independente, se as equivalências foram mal dadas, se o homem fez exames ou não fez, se tirou boas ou más notas. Bem pelo contrário, importaria denunciar que as confusões da Independente estão a ser usadas como cortina de fumo, a fim de desviar as atenções da verdade que está na base do problema. E a verdade, demonstrada e redemonstrada vezes sem conta, confirmada até, a contrario sensu, pelo próprio gabinete de Sua Excelência, é que Sua Excelência é um aldrabãozeco de meia tigela.
Sendo assim, o que a imprensa devia pedir, o que a oposição (oposição???) devia exigir, era que o homem se fosse embora. Simplesmente embora.
 
Durante dois anos o homem andou a entreter a Nação inteira com promessas aldrabonas e parangonas publicitárias, sempre incensado pela “informação” e pelos opinadores encartados* da nossa praça. Saberá São Pancrácio porquê.  
Agora, que a própria “informação” foi obrigada, depois de uma campanha de esclarecimento na Internet impossível de esconder por mais tempo, a esmiuçar-lhe as trapalhices, continua tudo à espera não se sabe de quê para exigir o regresso do intragável banha-da-cobra a Vilar de Maçada, de onde nunca devia ter saído, e para dizer ao PS que vá preparando outro primeiro ministro, que este já não serve, nem nunca serviu.
 
O resto são elocubrações de cabaré e contas de alcoviteira.
 
António Borges de Carvalho
 
 
* A este respeito, leia-se o vergonhosíssimo editorial do director Saraiva no último número do “Sol”.

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