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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

TRAFULHICES CLIMÁTICAS

 

Sensacional descoberta! Um grupo de cientistas chegou à conclusão, muito cara à ONU e muito querida para quem vive do dinheiro dela, que, de 1872 até hoje, a temperatura da água do mar, à superfície, subiu em média nada menos que 0,59 graus Co.

Muito bem. É capaz de ser verdade.

O pior é o que se segue. Sem se colocarem a ponta de uma dúvida, os tais cientistas, bem como a generalidade dos bem pensantes globais e dos politicamente correctos, dedica-se à nobre tarefa de acusar a humanidade de causar tal e tão calamitosa tendência.

Antes de mais, será de perguntar se alguém já deu pela calamidade, ou antes, tem dado, como sempre desde que há gente, por diversas calamidades naturais, ora mais ora menos frequentes.

Depois, já que a culpa da humanidade se deve à indústria e à vida moderna, que produz o negregado CO2 (com o CO não há problema!?), responsável primeiro pelo “aquecimento global”, poderemos, ingénua e ignorantemente, perguntar onde estava a indústria em 1872, que CO2 produzia, onde estavam os grandes produtores de tal coisa, a China, a Índia, o Brasil, que CO2 produziam os EUA, etc.

Pouco CO2 se produzia em tais tempos, pelo que os cagaséssimos de grau que a temperatura das águas terá vindo a subir se devem tanto ao CO2 como o rabinho se deve às calças.

 

A realidade é outra, bem mais comezinha. Em consequência das pretensões de governo global da ONU, são principescamente subsidiados todos os que, cientificamente!, contribuírem para o convencimento universal sobre as culpas do CO2 no aumento das temperaturas e sobre as culpas da humanidade na produção do CO2. Os cientistas que disserem o contrário bem podem clamar. Clamam no deserto que a moda gerou à sua volta.

Outro poderosíssimo lóbi do tal aquecimento são os que, tendo visto a janela de oportunidade que a moda criou, se tornam milionários com o florescente negócio dos chamados direitos de carbono e outras lucrativas negociatas.

Mais uma vez, com ingenuidade e ignorância, perguntar-se-á:

1-   Há mesmo aquecimento global, já que ninguém provou sem margem para dúvidas?

2-   Havendo aquecimento global, será ele próprio do ciclo do planeta, cujas temperaturas já subiram e já desceram milhares de vezes ao longo dos séculos e dos milénios?

3-   Provado que está que os níveis de CO2 de produção natural já tiveram milhares de vezes subidas e descidas sem que tais flutuações tenham sido, obrigatoriamente, acompanhadas por correspondentes altos e baixos da temperatura, por que raio de carga de água é a humanidade culpada do que, alegadamente, está a suceder?

4-   Medindo-se por milhões de anos a escala temporal da vida do planeta, que significado tem, para ele, um século e picos?

 

E muito mais perguntas se poderia fazer, na certeza que não vale a pena. O mundo “esclarecido” - a começar pela Europa que parece apostada em se auto arruinar - gasta triliões dos contribuintes e trata de os convencer que é para seu bem. O mundo não “esclarecido”, a começar pelos EUA e pelos BRICs, está-se nas tintas para estas tropelias.

 

Paga, Zé, que é o que a moda manda

 

6.4.12

 

António Borges de Carvalho

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