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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

ABOMINÁVEIS CRIATURAS

 

1

 

Diz o sinistro camarada Santos Silva que “Rodrigues dos Santos fez uma entrevista à traição, a examinar o primeiro-ministro José Sócrates, quando a RTP o convidou para um comentário semanal, e não para um interrogatório post-mortem ao seu governo”.

O IRRITADO, que gosta dos três igualmente, desta vez dedica umas palavrinhas ao primeiro. O homem acha que o seu protegido Pinto de Sousa - que ainda trata por “primeiro-ministro” - está acima e para além de qualquer pergunta, sobretudo se se tratar de coisa que o incomode. Uma espécie de deus ex-máquina, que há que tratar com o devido respeito, e não aborrecer. A PIDE continua no fundo da alma do irritante jacobino. Não contente, acha que o dito “primeiro-ministro” está ali para fazer “comentários”, não para falar do seu governo. Como se costumasse fazer outra coisa que não fosse louvar-se e louvar tal governo! Como se os seus “comentários” não fossem, quase sem excepção, pura propaganda pessoal, eivada de mentira e de demagogia.

Há opiniões que merecem respeito, mesmo não se concordando com elas. Mas as do sinistro camarada Santos Silva, por abomináveis e aldrabonas, não merecem respeito de espécie nenhuma.

 

2

 

As tarefas que temos pela frente, na douta opinião do novel demagogo chamado Assis, são “inadiáveis”, “reconhecidamente difíceis”, e implicam “capacidade de consensualizar”.

Deve ser por isso que o PS tem levado a cabo a tarefa “reconhecidamente difícil” de “consensualizar”. Então não se está mesmo a ver? O país inteiro admira a capacidade de compromisso, de consensualização, de sacrifício das posições ideológicas do PS, em favor de um caminho comum para a Nação.

Está mesmo a ver-se, não está?  

 

3

 

Sete magníficos directores de jornais, tudo gente do maior prestígio, mediante solene comunicado pronunciaram-se sobra a bronca do secretário de Estado que, por razões desconhecidas, resolveu dar à língua sobre hipóteses várias.

Dizem eles, dos píncaros da sua impecável moral deontológica, que deviam às estúpidas bocas “sigilo sobre a fonte e não sobre o assunto”.

Deve ser por isso que toda a gente ficou a saber quem era a fonte do assunto.

   

4

 

A firma que patrocina a selecção nacional de futebol inventou, para ela usar no mundial, um equipamento alternativo, por sinal bem bonito. Tal equipamento é azul e branco, como o do FCP e de outros.

Vai daí, em mais um estertor de republicanismo socialista, jacobino e maçónico, aparece o velho Arnaud, indignado, a reclamar que tais cores não nos identificam. “Alterar as cores que identificam Portugal não faz sentido”, “a Nação não se revê nas cores desse equipamento”, são frases do ilustre carbonário après la lettre.

Ao IRRITADO, como a qualquer pessoa no pleno uso das suas faculdades mentais, jamais ocorreria que, às cores alternativas do equipamento, fosse atribuído um significado “monárquico”. Mas, já que o homem resolveu, mais uma vez, aproveitar a ocasião para dar largas à sua asnática maneira de ser, é de recordar que as cores portuguesas durante mais de setecentos anos foram o azul e o branco, tendo sido substituídas em 1911, não por unanimidade, pelas da Carbonária, organização terrorista ao serviço do republicanismo. Para quem tiver dois dedos de testa e de respeito pela Nação, tais são cores nacionais. O vermelho e o verde não passam das cores da República, vertidas numa das mais feias bandeiras deste mundo. Já que sesta é oficial, merecerá respeito, coisa que o azul e o branco da nossa História não merecem ao fulano.

 

5

 

Para acabar estas reflexões com um elogio, sublinhe-se a atitude da António Reis, tão jacobino, maçónico, socialista e republicano como o Arnaud, que, com algumas judiciosas considerações, pôs pelas ruas da amargura as alarvidades do seu camarada/irmão.

 

30.3.14

 

António Borges de Carvalho

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