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irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

irritado (blog de António Borges de Carvalho).

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill

CORREIOS TELÉGRAFOS E TELEFONES

Que eu saiba, os CTT já não tratam de telégrafos nem de telefones, mas continuam a chamar-se CTT. Hoje, residualmente, continuam a tratar de correios, a que acrescem encomendas, logísticas, depósitos e empréstimos, entre outros serviços. Os correios tradicionais estão pelas ruas da amargura, substituídos que foram por emails e outras macacadas e modernices. Uma chatice.

Como é evidente, para manter a empresa, necessário foi encurtar um sem número da lojas e lojecas sem movimento que justificasse a despesa.

Havia outras actividades, muito úteis para muita gente: cobranças, recebimentos e outras operações de que ainda muita gente depende e que prejudicavam uma profunda reorganização. O simples fecho das lojas era problemático. Daí que se tenha chegado a isto: a empresa recebeu, ao ser privatizada, 2317 pontos de acesso, dos quais 68 eram lojas. 55 foram fechadas, perante a indignação de muitos utentes e dos estatistas de serviço. Em compensação, os CTT criaram nada menos que 66 novos postos, elevando o total, postos mais lojas, para 2383.

É evidente que o serviço prestado não só se manteve como se alargou. Mas isto, dizem certos utentes e os estatistas, não serve para nada. Dando foros de desgraça nacional ao que se está a passar, desataram aos gritos, que é preciso “reverter” a privatização. Como o caso pouco ou nada tem a ver com a qualidade do serviço, apenas com a transformação que os tempos impõem, a tal reversão (nacionalização) não passa de opção ideológica, como diria a chamada ministra da saúde cheia de parva jactância.

Como no caso da saúde, aqui temos um exemplo do que os estatistas - socialistas, comunistas (do BE e do PC), e de uns resíduos fascistóides são capazes de fazer. Que interessa a saúde, ou, na matéria em apreço, os CTT, se o que está em causa é engordar o Estado, a bem da cartilha? A sociedade que se lixe e que coma ideologia, de preferência com batatas.

Duas adendas:

1 - Um artigo de uma tal Lopes, figura de proa do “Público”, no meio de vários pontapés na gramática fala de “tragédia”, de “desertificação”, da aplicação de “critérios totalmente repelentes”, de “crime” (de Passos Coelho, de quem havia de ser?), de “agravamento das desigualdades”, de “forma gulosa e selvagem”. No que dá o aumento dos postos de atendimento dos CTT na cabeça da criatura! Só falta dizer que o maior número de postos de atendimento dos CTT é pior que o terramoto da 1755.

2 - Devo dizer que, antes da privatização, tinha uma caixa do correio à porta. Hoje não. Levantava registos a 500 metros de casa, agora levanto-os a 1.500. Não, não sou masoquista, só defendo o que merece ser defendido e condeno o que deve ser condenado.   

 

23.1.19

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