O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA.
Winston Churchill
O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA.
Winston Churchill
O inigualável Magalhães (não confundir com o computador nem com o Fernão de) veio a terreiro defender que se um parlamento se guiar pela “disciplina cesárea”, será “uma aberração”.
Haverá que traduzir esta tão esclarecida opinião: o que o homem queria dizer é que os deputados do PSD, se votaram em bloco a história do referendo sobre a “co-adopção”, não passam de aberrações com pernas.
Demos de barato as diversas opiniões sobre o assunto. O que nos trás é a coerência deste alto socialista.
O homem foi ínclito deputado comunista, tonitruando as teses do PC como se fossem a verdade absoluta. Fosse qual fosse o assunto, não há memória de alguma vez ter votado sem respeitar a disciplina do comité central.
Depois, apagado o “farol” soviético, o fulano achou que tinha que se “aggiornare”. Meteu-se no PS, e lá foi parar ao Parlamento outra vez. Continuou a exercitar ribombantes oratórias, desta vez a favor do “socialismo democrático”. Também não consta que, uma vez que fosse, tivesse rompido a disciplina partidária, tivesse feito uma declaração de voto que fosse menos alinhada com o poder do partido. Até chegou a secretário de Estado não sei de quê. Teve assento na “Quadratura do Círculo”, local onde não fez história nem consta que alguma vez tivesse feito considerações menos convenientes ou menos alinhadas com o poder instalado no partido.
E é este parlapatão que, agora, vem chamar aberração aos que fazem, ou fizeram, exacatmante o mesmo que ele passou a vida a fazer!
Para que conste.
27.01.14
António Borges de Carvalho
12 comentários
Filipe Bastos 27.01.2014
Há uma expressão popular que define bem estas tricas do Centrão: "chama-lhe p... filha, antes que ela te chame a ti!".
A expressão evoca também gente reles, promiscuidade, e quezílias de faca e alguidar - o que a torna duplamente adequada ao nosso Paralamento.
Sobre a disciplina de voto, um deputado do PSD disse há dias, no fórum TSF, mais ou menos isto: no nosso sistema semipresidencialista, em que os governos assentam em maiorias parlamentares, como podia não haver disciplina de voto? Sem o acordo dos deputados os governos não conseguiam governar, etc.
Claro que não abordou a próxima e óbvia questão: nesse caso, para que são precisos? E porquê tantos? Resposta óbvia: porque os partidos precisam de tachos, e de manter a farsa democrática.
Pouco lhe importa, a este deputedo e aos demais, que o Paralamento não passe de uma tasca de luxo onde parasitas e lobbistas vão de vez em quando levantar o braço conforme lhes mandam.
Vão lá parar através de uma lista escolhida arbitrariamente pelos partidos, ficam lá enquanto servirem o esgoto partidário, e vão-se embora quando já tiverem enchido o rabo. Tão simples quanto isto.
SISREP é uma parceria publico/privada ligada ao BPB. Pergunto, é uma PARLAPATICE ou uma das famosas "gorduras" que seriam atacadas, segundo a promessa de Pedro Passos Coelho?
Algumas “pérolas”: «A Sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS foi a empresa privada que recebeu mais benefícios fiscais relativos ao ano fiscal de 2012, com 79,9 milhões de euros. A empresa só é ultrapassada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), com 118,2 milhões de benefícios,… com benefícios fiscais em 2011, verifica-se que a Sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS não constava da lista de beneficiárias…”
Será que os “malfeitores” (os que fazem as coisas mal feitas) poderão continuar a "agir" com o beneplácito do PR?
A tal sociedade não recebeu coisa nenhuma: pagou menos impostos, proporcionalmente ao movimento que tem. Não explicam os jornais os porquês das coisas, porque se servem dos factos para fins demagógicos. A malta considera-se esclarecida, porque lhe chega a "explicação". Não faço ideia onde foi a tal sociedade buscar as deduções. Algo me faz pensar que foi, sobretudo, questão de mecenato e de gastos sociais, actividades pelas quais a tal sociedade merece que se lhe tire o chapéu. Se foi por razões menos limpas, digam quais, e cá estará o IRRITADO para ajuizar.